quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Resposta à pergunta: Maomé foi profetizado em Isaías 21:7?


Eu procuro me ater ao islamismo como a ideologia política poderosa que é. A religião islâmica é apenas uma forma de enjaular os seus adeptos de modo a se tornarem propagadores da ideologia, prontos para mentir e para matar por ela. Mas, considerando que eles tentam "converter" pessoas para se juntar à sua causa política, e que dentro deste grupo encontram-se os cristãos (que são um número considerável no Brasil) eu resolví abrir uma série com recursos para ajudar os cristãos a rebaterem o discurso distorcido dos muçulmanos. Acredite: eles são treinados para isso nas mesquitas e madrassas.
Um dos truque que os maometanos utilizam para se mostrar superiores, neste caso sobre a civilização ocidental, a qual eles consideram cristã, é o de dizer que a Bíblia profetizou Maomé (ao mesmo tempo em que eles dizem que a Bíblia foi adulterada eles usam a Bíblia para justificar a crença deles).
Veja o vídeo, e leia o texto. E se prepare para o embate! Lembre-se que muito mais do que defender uma religião (neste caso, o cristianismo) você vai estar defendendo a liberdade frente à submissão ... ou seja, defendendo a sua civilização. 
(para ler a série toda clique aqui)

Maomé foi profetizado em Isaías 21:7?


(endereço do vídeo original no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=mm7-QKrag0g)


Isaías 21.7 “E quando vir um carro com um par de cavaleiros, um carro com jumentos, e um carro com camelos, ela que observe atentamente com grande cuidado.”

Muitos acadêmicos muçulmanos dizem que esta passagem se refere a Jesus entrando em Jerusalém montado em um jumento, e a Maomé andando numa carruagem de camelos.

Para tentar validar esse argumento, os muçulmanos usam uma passagem do alcorão dizendo que existem profecias sobre o advento do Islã na torá e nos evangelhos!

Sura 7: 157 “São aqueles que seguem o mensageiro, o profeta iletrado, o qual encontra mencionado na sua Torá e no seu Evangelho”.

Resposta a Estes Argumentos.

Curioso analisar que esta passagem bíblica está fiel às versões da bíblia existentes hoje, seria ótimo perguntar aos muçulmanos se a bíblia usada como referencia é uma versão adulterada ou não, pois me parece que não é.

Talvez a resposta fosse que este texto não está adulterado, mas outros sim. Atá hoje não há provas concretas de que a bíblia foi adultera, muitos usam a bíblia verdadeira mesmo sabendo que não existe uma versão alterada. Eles continuam com uma constante tentativa de tenta validar Maomé usando textos isolados da bíblia! Mesmo que tentem, o nome de Maomé não é citado na bíblia, e não se encaixam em nenhum critério de personagem bíblico.

Quando eles vão para de tentar acha veracidade de sua crença nas escrituras dos outros?

Mas voltando a primeira pergunta. Maomé é profetizado em Isaías 21.7?

Analisando o alcorão, Maomé diz: ... , “o qual encontra mencionado na sua Torá e no seu Evangelho”. Sura 7: 157.

MAS O QUE É QUE ISAÍAS TEM A VER COM ESSA HISTORIA? O livro de Isaías não faz parte da torá, e nem faz parte do evangelho. Os estudiosos muçulmanos adoram dividir a bíblia entre torá e evangelho, como dois livros, uma para os judeus e o outro para os cristãos. A Bíblia é uma coletânea de 66 livros que contem a torá. Os livros da lei não são exclusivos para os judeus e sim para toda a humanidade.

Qualquer leitor que abrir a bíblia em Isaias 21.7 verá que Deus está profetizando contra a BABILÔNIA. Até o próprio titulo do texto mostra o assunto sendo tratado.

Contexto histórico de Isaías 21.7

Esta passagem faz parte de uma sequência de profecias contra várias nações, iniciando do capitulo 13 ao 24 de Isaías. Deus anuncia juízo as nações pecadoras, pois, como é comum no velho testamento, Deus usava nações para punir outras nações.

Isaías 8.7 Deus diz que irá usar a Síria como julgamento. Com o sacrifício de Jesus na cruz, Deus não usa mais o homem para exercer justiça. Todo o velho testamento precisa passar pela cruz de Cristo para depois ser aplicado. Por isso cristão nenhum tem direito de causar danos aos seus inimigos. Apenas ao Senhor pertence a justiça.

Mas claramente vendo Isaías 21.7 vemos que Deus anuncia castigo a babilônia, e não é uma passagem messiânica, não é uma profecia sobre Jesus, e o fato de se mencionar um jumento não prova que isso seja uma profecia sobre Jesus entrando em Jerusalém montando em um jumentinho. A passagem bíblica certa esta em João 12.14, e sua profecia em Zacarias 9.9.

João 12.14 E achou Jesus um jumentinho, e assentou-se sobre ele, como está escrito:

Zacarias 9.9 Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que o teu rei virá a ti, justo e salvador, pobre, e montado sobre um jumento, e sobre um jumentinho, filho de jumenta.

A profecia feita no velho testamento e se cumprindo no novo, enquanto em Isaías não há evidência de profecia só porque cita um jumento. 

Para piorar a situação dos muçulmanos, o texto se refere a carros e, ou seja, carruagem com jumento, e Jesus só usou um único animal.

O mesmo argumento pode ser usado com Maomé, pois não existe evidências históricas que mostrem que Maomé andou em carruagem de camelos. O desespero dos muçulmanos em tirar um texto fora do contexto não convenceu, mais uma vez esta tentiva fracassou...

Será que sempre que aparecer palavras como, jumento, camelo, parã, montanha, etc... eles vão tentar isolar o texto e dizer - Aí está Maomé.

Esta não é uma forma justa para se achar provas para uma crença.


Se o Deus que eu conheço quisesse dar indícios de Maomé nas escrituras, com certeza ele teria enviado bastantes detalhes sobre isso. Mas sabe por que não existem estes detalhes? Pois eu sei muito bem o porquê.




domingo, 23 de fevereiro de 2014

Resposta à pergunta: Maomé foi profetizado em Deuteronômio 33:2?


Eu procuro me ater ao islamismo como a ideologia política poderosa que é. A religião islâmica é apenas uma forma de enjaular os seus adeptos de modo a se tornarem propagadores da ideologia, prontos para mentir e para matar por ela. Mas, considerando que eles tentam "converter" pessoas para se juntar à sua causa política, e que dentro deste grupo encontram-se os cristãos (que são um número considerável no Brasil) eu resolví abrir uma série com recursos para ajudar os cristãos a rebaterem o discurso distorcido dos muçulmanos. Acredite: eles são treinados para isso nas mesquitas e madrassas.
Um dos truque que os maometanos utilizam para se mostrar superiores, neste caso sobre a civilização ocidental, a qual eles consideram cristã, é o de dizer que a Bíblia profetizou Maomé (ao mesmo tempo em que eles dizem que a Bíblia foi adulterada eles usam a Bíblia para justificar a crença deles).
Veja o vídeo, e leia o texto (texto a ser incluído). E se prepare para o embate! Lembre-se que muito mais do que defender uma religião (neste caso, o cristianismo) você vai estar defendendo a liberdade frente à submissão ... ou seja, defendendo a sua civilização. 
(para ler a série toda clique aqui)

Maomé foi profetizado em Deuteronômio 33:2?


Vídeo original em:
http://www.youtube.com/watch?v=W8WjEHqXHm8


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Resposta à pergunta: Maomé foi profetizado em Deuteronômio 18:18?


Eu procuro me ater ao islamismo como a ideologia política poderosa que é. A religião islâmica é apenas uma forma de enjaular os seus adeptos de modo a se tornarem propagadores da ideologia, prontos para mentir e para matar por ela. Mas, considerando que eles tentam "converter" pessoas para se juntar à sua causa política, e que dentro deste grupo encontram-se os cristãos (que são um número considerável no Brasil) eu resolví abrir uma série com recursos para ajudar os cristãos a rebaterem o discurso distorcido dos muçulmanos. Acredite: eles são treinados para isso nas mesquitas e madrassas.
Um dos truque que os maometanos utilizam para se mostrar superiores, neste caso sobre a civilização ocidental, a qual eles consideram cristã, é o de dizer que a Bíblia profetizou Maomé (ao mesmo tempo em que eles dizem que a Bíblia foi adulterada).
Veja o vídeo, e leia o texto. E se prepare para o embate! Lembre-se que muito mais do que defender uma religião (neste caso, o cristianismo) você vai estar defendendo a liberdade frente à submissão ... ou seja, defendendo a sua civilização. 
(para ler a série toda clique aqui)

Maomé foi profetizado em Deuteronômio 18:18?


Resposta: NÃO

Verificando os versículos anteriores e posteriores de Dt 18.15-19
15. O Senhor teu Deus te levantará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis;
16. Conforme a tudo o que pediste ao Senhor teu Deus em Horebe, no dia da assembléia, dizendo: Não ouvirei mais a voz do Senhor teu Deus, nem mais verei este grande fogo, para que não morra.
17. Então o Senhor me disse: Falaram bem naquilo que disseram.
18. Eis lhes suscitarei um profeta do meio de seus irmãos, como tu, e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.
19. E será que qualquer que não ouvir as minhas palavras, que ele falar em meu nome, eu o requererei dele.

Analisando o 15 e 16
Moises estava perto de sua morte, e o povo queria um mediador (profetas) CONFORME A TUDO O QUE PEDISTE (povo).

Analisando o 18
EIS LHES SUSCITAREI UM PROFETA DO MEIO DE SEUS IRMÃOS...
Irmão de quem? Em Hebraico a frase “seus irmãos” significa os irmãos da família de Israel, e não o irmão de Isaque.

Uma passagem que comprova isso é Juízes 20.13b
Porém os filhos de Benjamim não quiseram ouvir a voz de SEUS IRMÃOS, os filhos de Israel.

Isaque linhagem profética, o filho da promessa.
Sobre Ismael, não se sabe nem se ele era árabe, pois ele teve de aprender a língua árabe. E a semente de Ismael não é profética.

De onde surgiram os árabes?
A bíblia relata da alguns capítulos e versículos.
Genesis 10.7 Povo de Cuxe.
Genesis 10.25-30 Povo de joctã
Genesis 25.12-18 Povo de Ismael
Genesis 25. 1-6 Povo de Quetura

Jesus foi profetizado em detalhes, sua vida, morte e ressureição.

Dentre este o que lhes falta é o SEMELHANTE a tí, usado de forma comparativa a Moisés que se casou teve filho e etc...

Mas este cai por terra quando fazemos uma analise comparativa do Semelhante.

Moises. Foi mediador entre Deus e o homem e ele recebeu a nova aliança, 10 mandamentos.
Jesus. Foi o cumprimento desta aliança, religando o homem a Deus.
Maomé. Não trouxe aliança nem morreu pelos pecados e sim criou um governo.

CHAMADO
Moises chamado diretamente por Deus e não de um anjo Êxodo 3.4
Jesus recebeu diretamente de Deus Mateus 3.17
Maomé foi chamado de um anjo e não diretamente por Alá (Alcorão, Sura 97.4), e ele diz que pensou ser o demônio (que ate o estrangulou),  conforme Sira (biografia de maomé) pagina 106.

MILAGRES
Moises fez milagres por intermédio de Deus.
Jesus fez muitos, tantos que uma multidão o seguia, os seus milagres são reconhecidos até mesmo entre os muçulmanos.
Maomé não fez milagre algum como ele mesmo afirma! Sura 6. 37

CONHECIMENTO DE DEUS
Moises conhecia a Deus face a face
Jesus viu ao pai e ouviu a sua voz diretamente Mt 3.17
Maomé tinha contato com um anjo e nuca viu a Alá, pois para um muçulmano a relação com deus é como a  relação entre um senhor e um escravo, relacionamento impessoal.

(agradecimentos a LM pelo texto)



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O ódio dos muçulmanos contra o Dia dos Namorados (Valentine's Day)


Muçulmanos ortodoxos odeiam o Dia dos Namorados. É muito importante ter em mente que  isto acontece porque Maomé ordenou os muçulmanos a não imitar os não-muçulmanos.
Mas, se os muçulmanos seguem meticulosamente os ensinamentos de seu profeta em relação a este assunto aparentemente trivial, isso não indica que eles provavelmente também seguirão os ensinamentos de seu profeta acerca de outros assuntos mais problemáticos, como enganar, subjugare saquear infiéistudo em nome da "jihad"?
No Canadá e nos EUA (bem como em muitos outros países) o dia 14 de fevereiro é uma espécia de dia dos namorados. Bem, na verdade é mais do que isso, pois se celebra a amizade de um modo geral. Seria então uma espécie de dia dos namoradas e dia da amizade, onde se expressa a amizade (ou o amor dependendo do caso) a membros da sua família, ao conjuge, a amigos, ao namorado, etc. Não existem festas ou celebrações, mas apenas atitudes expontâneas. 

Ele é chamado de Valentine's Day.

No Brasil este dia passa desapercebido para a maioria (e também, temos o dia do namorado em 12 de junho). Não nos afeta que existam celebrações em outros países para este motivo, ou para qualquer outro.

Existe gente que não gosta ou que não está nem aí, e a data passa ao largo. Vida que segue. Existem coisas mais importantes para serem feitas. Ninguém vai se sentir ofendido pelo fato que outros estejam celebrando em outras partes do mundo, ou mesmo se exista alguém que celebre o Valentine's Day no Brasil. 

Somos crescidos, educados e pluralistas. 

Porém, os muçulmanos ortodoxos odeiam o Dia dos Namorados. Mas, o que é pior é que eles, como todo grupo supremacista, querem impor isso nos outros. Não basta ignorar ou denegrir o Dia dos Namorados. Eles querem te obrigar a fazer o mesmo. E tendem a ser tornarem agressivos quando os outros não fazem o que eles querem.

E porque isso? 
  • O Dia dos Namorados não está no Alcorão. Deste modo, celebrá-lo é considerado como uma inovação (bida) que não tem respaldo religioso. 
  • Maomé disse que os muçulmanos não devem imitar os não-muçulmanos.
  • Clérigos islâmicos dizem que o Dia dos Namorados estimula o contato entre homens e mulheres, o que pode provocar o crime da "proximidade", o crime de estar sozinho com um membro do sexo oposto que não seja o cônjuge ou parente próximo
  • Dar de presente cartões, ou chocolate em forma de coração, vai te mandar para o inferno.

E estas reações acontecem não apenas em países onde existe uma maioria significante de muçulmanos, mas começa a existir também em outros países (na Europa, nos EUA, etc., e daqui a pouquinho no Brasil também) com a crescente islamização. É a cultura islâmica se impondo sobre as minorias, e colonizando novos territórios. 

Clérigos muçulmanos ao redor do mundo usaram os sermões da sexta-feira para pregarem contra o Dia dos Namorados. No Uzbequistão (uma antiga república soviética) várias universidades pediram aos alunos para assinarem contratos afirmando que não iriam comemorar a data (Radio Free Europe). 

"O evento é anti-islâmico e os muçulmanos não estão autorizados a celebrar o dia, porque no islão a data não tem importância", Mohd Akram Wani aluno do Instituto de Estudos Árabes e Islâmicos Srinagar disse. Ele disse que o que está escrito no Alcorão não pode ser alterado. "Para um muçulmano nada é importante a não ser que seja mencionado no Alcorão Sagrado e na Suna (Hadith), o guia real para um muçulmano". 

"Devemos seguir os passos do Profeta Maomé, pois não há lugar para a cultura ocidental em uma sociedade [islâmica], disse Shabir Ahmad, um estudioso religioso." (onislam)

Muhammad al-Arifi, o clérigo muçulmano que pediu aos muçulmanos para "cortar os braços e as pernas (de infiéis) para mostrarem o seu amor por Alá," chamou o Dia dos Namorados de "imoral" (Al Arabiya).



Em Srinagar, no Cashemir (Índia), um grupo "feminsta islâmico" (composto por mulheres que querem a lei islâmica) chamado de Dukhtaran-e-Millat (que deseja que escolas e faculdades fechem) saiu de loja em loja, como uma "polícia da virtude," para proibir a venda de cartões pelo comércio local (Evening Mail).  

Na Arábia Saudita, o "Dia dos Namorados foi proibido pela polícia religiosa (Mutawa), mesmo considerando o contingente de expatriados que lá trabalham (The Journal). A "Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício" vigiou as lojas que vendem chocolates, flores e lembranças, para alertar os proprietários contra a venda de qualquer coisa vermelha ou em forma de coração ligada à "celebração infiel" do amorEles prendem as mulheres vestindo vermelho naquele dia e prendem comerciantes que vendem qualquer item que seja vermelho 

Google, que exibiu um coração em forma de abóbora na sua página de busca, manteve a sua página sem qualquer decoração na Arábia Saudita para agradar o governo saudita. 

Os déspotas iranianos, por sua vez, de forma consistente tentam se certificar que os sauditas não irão superá-los. No Dia dos Namorados, a "polícia da moralidade" do Irã consistentemente pede às lojas para removerem decorações em forma de coração flores, e reprimem imagens e cartões relativos à data.

Na Indonésia e na Malásia, autoridades tornaram claro que celebrar o Dia dos Namorados é contra o islão e ordens de restrição foram emitidas contra a data (Jakarta Post; Al Jazeera).

Haya Day (Dia do Recato), criado para contrabalançar o Dia dos Namorados

No Paquistão, o Dia dos Namorados está se tornando popular entre estudantes, que trocam cartões e chocolate. Porém, em Peshawar, estudantes muçulmanos devotos atiraram pedras nos outros alunos por comemorarem o Dia dos Namorados, e, quando confrontados pela polícia, sacaram suas armas e feriram 13. Além disso, eles tacaram fogo em hospedagem para jovens (AFP). 

No Egito, um popular pregador salafista, o xeque Abu Ishaq al-Huwaini, disse que a celebração do Dia dos Namorados está "proibida de acordo com a Sharia" (jihadwatch).


Qual a implicação deste comportamento para nós? 

Você pode estar se perguntando: e eu com isso? 

A resposta é dada por Raymond Ibrahim (jihadwatch):
Aqui chegamos ao cerne da questão: o problema não é que muitos muçulmanos sejam avessos ao Dia dos Namorados, afinal muitos não-muçulmanos também são, mas sim o motivo que os levar a ser contra: porque Maomé ordenou os muçulmanos a não imitar os não-muçulmanos.

Mas, se os muçulmanos seguem meticulosamente os ensinamentos de seu profeta em relação a este assunto aparentemente trivial, isso não indica que eles provavelmente também seguirão os ensinamentos de seu profeta acerca de outros assuntos mais problemáticas, como enganar, subjugar, e saquear infiéis, tudo em nome da "jihad"?

Mais uma vez, então, nós ligamos os pontos e perguntamos: não seria lógico supor que aqueles muçulmanos que exteriormente procuram ser diferentes dos não-muçulmanos, simplesmente porque Maomé disse-lhes para serem diferentes, irão seguir os seus mandamentos mais problemáticos, especificamente aqueles que lidam menos com as aparências e muito mais com intenções?
O islão mata o amor individual

Como diz Jaime Glazov (FrontPage): 
A questão central na base deste fenômeno é que o islão rejeita a noção de amor privado, uma entidade não-tangível e divina que atrai as pessoas para as outras, e portanto, as distrai de submeterem-se a uma divindade secular.
O maior objetivo do islão é claro: quebrar a intimidade sagrada que um homem e uma mulher podem compartilhar uns com os outros, de modo a que tal obrigação seja inacessível para a ordem. A História, portanto, demonstra como o islão empreende uma guerra feroz contra qualquer tipo de amor privado e não regulamentado. No islão, a realidade é sintetizada em suas estruturas monstruosas de um apartheid de gênero e o terror que o sustenta. De fato, a sexualidade feminina e a liberdade são demonizadas e, portanto, o uso forçado de véus, casamentos forçados, a mutilação da genitália feminina, crimes de honra, e outras monstruosidades misóginas, tornaram-se peças obrigatórias do paradigma sádico.
A maior expressão desta morte do amor individual é o mandato fundamentalista do islão para que homens e mulheres se cubram com roupas sem forma. O "uniforme" coletivo simboliza a submissão a uma entidade superior e frustra a expressão individual, a atração física mútua, a conexão privada, e o carinho, dentro de uma forma de puritanismo totalitário.
O islão mata o amor individual. 


 Homens e mulheres juntos é uma atitude anti-islâmica



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Discussão sobre a frase “a maioria dos muçulmanos são pessoas amantes da paz”


Eu considero que a asserção “a maioria dos muçulmanos são pessoas amantes da paz” é errônea e pode ser facilmente refutada.

O ponto principal é como definir o que é um “muçulmano amante da paz”?

Se esta definição for feita baseada no número de muçulmanos que estejam participando ativamente na jihad armada, então podemos considerar que os “extremistas” são uma minoria, contudo uma minoria com uma influência enorme, e apenas isto já é algo preocupantemente.

Mas como considerar os “muçulmanos amantes da paz” que, em inúmeras pesquisas de opinião, apoiam os homens-bomba (e mulheres-bomba) suicídas e que apoiam a jihad?

Veja as estatísticas e evidências sobre o apoio dos muçulmanos à jihad em Muçulmanos querem Sharia e em Exemplos

Pela própria definição, os muçulmanos que desejam sharia não são “amantes da paz.” Adicione, então, ao número de extremistas, estes “muçulmanos amantes da paz” que advogam o apedrejamento de mulheres adúlteras, a execução de apóstatas e homosexuais, e a mutilação dos ladrões.

Abaixo segue um trecho retirado de WikiIslam:
Uma pesquisa de opinião da agência Pew, publicada em dezembro de 2012, revelou que mesmo hoje a maioria dos muçulmanos é favorável a mudanças nas leis dos seus países de modo a permitir o apedrejamento como punição por adultério, a amputação da mão como punição a assalto, e a morte para aqueles que deixam de ter o islão como sua religião.

Para dar uma idéia dos numeros de pessoas que estamos lidando, vamos usar o Paquistão como exemplo. A pesquisa de 2010 descobriu que 76% dos paquistaneses concordam que os apóstatas (aqueles que deixam de ser muçulmanos) devem ser mortos. Em um país com uma população de 173 milhões de pessoas[12], na qual 96% da população é muçulmana [13], isto resulta em 126 milhões de indivíduos em apenas um país. Do outro lado, apenas 13% dos muçulmanos se opõem a matar os apóstatas. Se nós formos assumir a postura politicamente correta de que os muçulmanos que abraçam estas idéias são extremistas que não entendem os ensinamentos “pacíficos” do islão, então nós devemos conceder ao fato que a maioria dos muçulmanos no mundo são extremistas, e que os extremistas não são apenas um ‘grupo periférico’.

Isto precisa ser discutido. Discutir isso não é “ódio” porque isso é um fato. Porém, ignorar os fatos é uma burrice total. Onde você se enquadra? Você deseja discutir os fatos, mesmo sob o risco de ser ofendido por muçulmanos ou por apologistas do islão*, ou você vai preferir enterrar a sua cabeça na areia, condenado as próximas gerações a um futuro de conflitos e incerteza?

* as “ofensas” incluem ser chamado de racista, disseminador de ódio, ou de ser um islamófobo ou disseminador de islamofobia (este termo foi inventado pela Organização da Cooperação Islâmica extamente para silenciar aqueles que se valem de análise crítica para discutir o islamismo).

Para mim, ser chamado de “islamófobo” é um elogio, pois no meu entender, um “islamófobo” é um “cidadão consciente.”  E “islamofobia” é um estágio no qual cidadãos conscientes se atrevem a discutir a ideologia islamo-facista.


PS. E algo bastante curioso é saber que os EUA apoiam a OIC. E que vários segmentos da Esquerda também apoiam a OIC. Deste modo, existem hoje segmentos de esquerda que se alinham a política imperialista dos EUA, captaneada pelo presidente Obama. Eu acho isso frustrante e triste.  


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Muçulmanos querem a lei islâmica onde eles vivem ... e isso é preocupante



É importante termos em mente que o objetivo de cada muçulmano ortodoxo é o de colaborar com a implantação da lei islâmica (Sharia ou Charia) em todo o mundo, trabalhando para isto com zelo religioso.

Este artigo apresenta evidências de que a maioria daqueles que se dizem muçulmanos desejam a implantação da sharia onde moram. E quanto maior o número de muçulmanos residentes em algum lugar, maior é a pressão pela implementação da sharia.

Lembre-se também que a aplicação da sharia significa a morte das culturas pré-existentes naquele local. Este fato foi explorado no artigo Islão, o aniquilador de civilizações.


Muçulmanos rezam pela implementação da Sharia nos Estados Unidos

O islamismo é uma ideologia política que força os seus seguidores a seguirem, defenderem e imporem os seus preceitos com um rigor religioso. O objetivo final do islamismo é o de fazer com que o islão seja a única “religião” ao redor do mundo. E como este objetivo final é alcançado? Através da Sharia (lei islâmica).

É dever de todos os muçulmanos expalhar o islão, fazendo com que a lei da terra seja a Sharia. A guerra contra os infiéis” é para toda a eternidade até que “todo o caos termine e toda a religião pertença a Alá” (Alcorão 8:39).

A palavra guerra” usada acima tem um sentido amplo, involvendo desde o conflito e conquista militar, a outras ações, tais como: ocupação de território por meio de imigração; crescimento demográfico maior do que o dos não-muçulmanos, incluindo-se aí a prática da poligamia e o casamento de homens muçulmanos com mulheres não-muçulmanas; dawa (tentativa de conversão); conversão forçada; cobrança de impostos abusivos dos não-muçulmanos (jizia); atos que humilhem os não-muçulmanos (desde acusá-los de blasfêmia, quando eles vivem em países islâmicos, a acusá-los de racistas e islamófobos, quando em países ocidentais); infiltração em entidades, agências e governos dos não-muçulmanos; enfim, todo e qualquer ato cuja consequência signifique o espalhamento ou a consolidação do islão através da implementação da Sharia.     

Sharia significa “modo de vida”, e se constitui no conjunto de regras que muçulmanos devem seguir no seu dia-a-dia. A Sharia também inclui regras para os não-muçulmanos! É mais comum nos referirmos à Sharia como “lei islâmica.” A Sharia rege cada ato humano, categorizando-o como sendo proibido, desencorajado, permitido, recomentado ou obrigatório.

Em termos práticos, a Sharia age de dois modos.

O primeiro é a nível pessoal. Isso acontece ao se impor normas de conduta que afoguem os muçulmanos no islamismo, fazendo com que todos os atos da vida do muçulmano aconteçam com o islão em mente, seguindo regras pré-estabelecidas. Isto leva, irremediávelmente, a um estágio de hipnose, onde toda a lógica é substituida pelos preceitos islâmicos, quer eles façam sentido ou não. 

O segundo modo é a nível coletivo. A Sharia leva os muçulmanos e se agruparem em comunidades (isso é algo bastante interessante de ver acontecendo hoje nos países ocidentais, dentre eles o Brasil, onde os muçulmanos mais ortodoxos se agrupam em pequenas comunidades, geralmente em torno de uma mesquita – a construção de uma mesquita significa: os muçulmanos estão vindo … e os infiéis estão se mudando). Ao viverem em comunidade, um muçulmano passa a vigiar o outro, forçando uma aplicação cada vez mais rigorosa da Sharia. É por isso que, por exemplo, um muçulmana tem mais probabilidade de usar algum tipo de véu islâmico caso ela viva dentro de uma comunidade muçulmana.  

Estes dois estágios levam, invariávelmente a um aumento da radicalização e do fanatismo, resultando em uma aplicação, mesmo que informal, da Sharia por aquele grupo. Isto pode resultar em um aumento dos níveis de violência e crime, pois vários dos preceitos da Sharia são considerados como crime pelas leis dos países não-muçulmanos.

Porque muçulmanos querem a Sharia

Muçulmanos querem Sharia por diversos motivos. Os mais ortodoxos acreditam piamente que ela é a lei de Alá e que ela deve ser estabelecida em todo o mundo. Os mais culturais, talvez sem saber muito o que realmente a Sharia é, acreditam que houve uma época na qual a civilização islâmica foi importante, e que talvez (re-)adotando-se a Sharia iria facilitar o retorno de um passado vagamente glorioso. De qualquer modo, a Sharia é intocável. Um percentual muito pequeno de muçulmanos é contra a Sharia, porém eles são considerados como apóstatas pelos demais. E apostasia é um crime punível com a morte.

Exemplos que evidenciam que a maioria dos muçulmanos deseja a Sharia

Abaixo, são oferecidos alguns exemplos que enfatizam o fato de que a maioria dos muçulmanos ao redor do mundo desejam que a Sharia reine suprema onde eles moram:

(a) Todos os 57 países da Organização da Cooperação Islâmica têm em suas consitituições prescrições de que nenhuma lei pode contrariar a Sharia.

(b) Pesquisas de opinião indicam o percentual de muçulmanos que desejam Shaira:
  • 40% dos muçulmanos na Grã-Bretanha (Telegraph; Mail).
  • 37% dos muçulmanos na Irlanda (Humphrys).
  • 56% dos muçulmanos na Alemanha
  • 58% dos muçulmanos nos EUA acreditam a constituição deva proibir qualquer crítica a Maomé ou ao islão, sendo que 32% crêem que a lei islâmica deva ser a lei suprema nos EUA (American Thinker).
  • 67% dos muçulmanos da Turquia (a Turquia é 99.9% islâmica) declararam que não devem se adaptar a formas ocidentais, mas sim viverem de acordo com a Sharia (Daily News).
  • A maioria dos muçulmanos na Indonésia apoiam guerra contra não-muçulmanos, morte aos apóstatas  e destruição de igrejas (Jakarta Post), e a maioria dos jornalistas indonésios apoia o fundamentalismo islâmico (Jakarta Post).
  • 80% dos muçulmanos no Paquistão (Pew).
  • 76% dos muçulmanos no Marrocos (WPO).
  • 74% dos muçulmanos no Egito (WPO).
Percentual de muçulmanos que desejam uma implentação rigorosa da lei islâmica no Marrocos, Egito, Paquistao e Indonésia (WPO)

  • Aproximadamente 65% dos muçulmanos da Jordânica querem a Sharia como a única fonte de legislação, ao passo que 30% deles querem a Sharia como uma das fontes de legislação (University of Jordan).
  • Aproximadamente 35% dos muçulmanos da Síria querem a Sharia como a única fonte de legislação, ao passo que quase 60% deles querem a Sharia como uma das fontes de legislação (University of Jordan).
  • No Líbano, um país no qual aproximadamente 45% são cristãos e druzos, 10% da população muçulmana deseja Sharia como a única fonte de legislação, ao passo que  40% deles querem a Sharia como uma das fontes de legislação (University of Jordan).
  • Aproximadamente 65% dos muçulmanos na Palestina querem a Sharia como a única fonte de legislação, ao passo que aproximadamente 35% deles querem a Sharia como uma das fontes de legislação (University of Jordan). 
Percentual de muçulmanos que desejam a lei islâmica como fonte de legislação na Jordânia, Síria, Líbano, Palestina e Egito (University of Jordan)

(c) Estas tendências se manifestam a nível político, por exemplo:
  • A eleição do Hamas, em 2007, cuja plataforma incluiu a implementação da Sharia na Faixa de Gaza (Haaretz).
  • Em 2011, os Egípcios votaram maciçamente nos partidos Salafistas e na Irmandade Muçulmana: ambos advocavam abertamente a introdução total da Sharia no Egito (Guardian).
  • Após tomar posse, o novo governo do Egito (presidido por Morsi) anunciou o seu desejo de implementar a Sharia (infielatento).
  • Os Emirados Árabes Unidos abraçam os ‘‘direitos humanos de acordo com a lei islâmica’’, que é a principal fonte da legislação do país (Human Rights in Dubai, The Official Portal of the Dubai Government, acessado em 27 de julho de 2013).
  • Partido Enahada ganha as eleições na Tunísia promotendo uma volta a “valores islâmicos” (Telegraph).
  • Presidente Bashir diz que constituição do Sudão será “100% islâmica” (vladtepes).
  • Presidente das Ilhas Maldivas deposto por anunciar reformas consideradas como anti-sharia. (Washington Post).
  • Síria: Aliança dos grupos rebeldes é contra a restauração da República da Síria e prometem se unir sob um arcabouço baseado na Sharia, tornando-a a única fonte de legislação (fonte). 
Leia sobre uma pesquisa que mostra que o fundamentalismo islâmico é amplamente difundido na Europa.

Manifestantes muçulmanos europeus pedindo pela implantação da sharia na Europa

Porque o mundo deveria ser contra a Sharia?

Lei Islâmica Sharia viola tudo aquilo que entendemos como os direitos humanos. As leis da Sharia incluem, entre outros: 
  • Açoitamento, apedrejamento ou enforcamento, das mulheres quando são estupradas e não têm quatro testemunhas para provar que ela foi estuprada (DNA do esperma ou qualquer outra prova não vale).
  • Açoitamento, apedrejamento, ou matança de mulheres se elas cometem adultério – o homem recebe açoites.
  • A remoção do clitóris é prescrita (circuncizão feminina), e geralmente feita quando a mulher é ainda uma criança.
  • Amputação de pedações dos dedos, dos dedos da mão, da mão toda; partes dos braços, pernas; crucificação; para certos crimes como roubo, ou a distribuição de livros não-islâmicos (por exemplo, bíblias) aos muçulmanos.
  • É um crime expor os muçulmanos a qualquer outra religião.
  • Se um muçulmano deixa o islão ele / ela deve ser morto (a apostasia é um crime).
  • Punições que variam desde a arrancar a língua fora até a pena de morte para aqueles que ‘calúniam o islão’, caluniam Maomé’, ou caluniam a Sharia’ (caluniar, neste caso, significa expressar publicamente uma visão crítica). 
  • Proibição de bebida alcoólica.
  • Dependendo do nível de fundamentalismo, música, arte, canto, são proibidos.
  • As mulheres têm metade dos direitos do homem nos tribunais.
  • Filhas tem (apenas) a metade dos direitos de herança que os filhos têm, enquanto as viúvas recebem apenas um oitavo da herança.
  • As mulheres têm que se vestir com lenços ou coberturas completas – dependendo de quão fundamental forem o homem a quem elas pertencem (pai ou marido) ou o país onde elas moram.
  • As mulheres podem ser espancadas.
  • Os homens podem divorciar-se da esposa, as mulheres não podem divorciar-se do homem.
  • Os homens podem ter até quatro esposas, e ele pode divorciar-se delas como lhe convêm – então, se casar novamente para trazer o número total de mulheres até 4. Homens que viajam podem participar de "casamentos temporários".
  • Não existe limite de idade para casamento, casamentos infantis forçados são permitidos. As meninas são as maiores vítimas disto. 
  • "Crimes de honra" sobre as mulheres que tenham "desonrado" a família.
  • Uma mulher muçulmana só pode se casar com um muçulmano, ao passo que os homens muçulmanos podem se casar com mulher não-muçulmana.
  • Se uma mulher não-muçulmana se casar com um muçulmano, seus filhos ou filhas devem ser criados como muçulmanos.
  • As mulheres devem obter permissão dos maridos para as liberdades diárias;
  • Qualquer um que não for muçulmano (dhimmi) deve respeitar a lei islâmica, mas eles têm menos direitos do que uma mulher muçulmana, e vivem, basicamente, dependentes das boas graças dos muçulmanos.
  • O dhimmi deve pagar um imposto extra chamado de jizya (que significa em termos gerais ‘imposto de proteção’), que pode ser aplicado até mesmo após a sua morte.
  • O dhimmi não podem construir nem reparar seus locais de culto, e eles não pode tocar os sinos da igreja. Eles não podem mostrar bíblias ou torás, em público. Eles tem que se vestir diferente, de modo a se distinguirem como dhimmis. Eles irão executar as tarefas que os muçulmanos não querem desejam fazer. Os dhimmis não terão acesso à escada social.
  • A homossexualidade é um crime cuja punição é a morte. 
Lei dos Números

É muito importante ressaltar a lei dos números do islão :

1. Quando em minoria dizem "Nós somos da Religião da Paz"
2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
3. Quando em maioria, eles exigem a Sharia (lei islâmica)

É interessante adicionar o seguinte, quando muçulmanos ortodoxos tomam o poder (através de golpe de estado ou mesmo através de eleições), eles tentam impor a lei islâmica – veja exemplos recentes no Mali (revolução), nas ilhas de Trinidade e Tobago (tentativa de golpe de estado), na Costa do Marfim (golpe de estado), República Centro Africana (golpe de estado), Egito (eleição), Faixa de Gaza (eleição).  Depois que grupos pró-sharia tomam o poder, eles se apoderam dele para sempre. Um exemplo é a Faixa de Gaza,  onde o Hamas foi eleito em 2007, na primeira e última eleição realizada naquele local. 


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Pesquisa mostra que fundamentalismo islâmico é amplamente difundido na Europa


Pesquisa mostra que quase a metade dos muçulmanos europeus concordam que eles devem voltar às raízes do islão, que só há uma interpretação do Alcorão, e que as regras nele estabelecidas são mais importante do que as leis seculares.
Os resultados desta pesquisa devem fazer-nos pensar duas vezes antes de caracterizar as suspeitas sobre as crenças dos muçulmanos ocidentais como islamofobia.”
Tanto a extensão do fundamentalismo religioso islâmico e seus correlatos – a homofobia, o anti-semitismo e a Ocidentofobia” – devem ser motivo de graves de preocupações. 
Lembre-se que o objetivo final do fundamentalismo islâmico é a implementação da lei islâmica (sharia) em todo o mundo.
Um estudo sobre fundamentalismo, publicado por Ruud Koopmans do "Centro de Berlim para Pesquisa em Ciências Sociais", comparou o nível de fundamentalismo na Europa, entrevistando cristãos (nativos da europa) e muçulmanos (imigrantes e filhos de imigrantes educados na Europa). As perguntas foram direcionadas a grupos que se identificaram como cristãos e muçulmanos, e conduzidas nos seguintes países: Alemanha, França, Suécia, Bélgica, Holanda e Áustria. Os muçulmanos entrevistados são de origem turca e marroquina, grupos que não são considerados como fermentadores do extremismo islâmico.

A motivação deste estudo é a controvérsia que existe sobre muçulmanos imigrantes, e seus descendentes, vivendo em países europeus, se eles fomentam crenças religiosas fundamentalistas, ou se eles são mais moderados – talvez porque os moderados tendem a imigrar, ou, depois de imigrarem, tornarem-se mais moderados ao viverem no meio da sociedade européia. Enquanto que se sabe mais sobre o fundamentalismo cristão, muito pouco esforço tem havido para comparar o fundamentalismo islâmico com o fundamentalismo cristão na Europa (press release; artigo; apresentação).

Este estudo segue a largamente aceita definição de fundamentalismo de Bob Altermeyer e Bruce Hunsberger, que diz que o fundamentalismo é um sistema de crença baseado em 3 elementos
- que os crentes devem retornar para as regras eternas e inaterálveis estabelecidas no passado;
- que estas regras apenas permitem uma única interpretação e são obrigatórias para todos os crentes;
- que regras religiosas têm prioridade sobre leis seculares.

( fundamentalismo islâmico segue o exemplo de Maomé, citado 93 vezes no Alcorão como o melhor exemplo de conduta ... leia sobre Maomé em A Verdade Sobre Maomé, Conquistador e Primeiro Sobernao da Arábia)

1. Perguntas sobre o grau de fundamentalismo

Percentual daqueles que concordam com as frases:
"Os cristãos [os muçulmanos] devem retornar às raízes do cristianismo [islamismo]." 
"Existe apenas uma interpretação da Bíblia [do Alcorão] e cada cristão [muçulmano] deve se ater a ela. " 
"As regras da Bíblia [do Alcorão] são mais importantes para mim do que as leis do [país da pesquisa]."
Veja no gráfico abaixo os resultados inquietantes.

Percentual dos que concordam com as frases relacionadas ao grau de fundamentalismo

Verifica-se que 60% dos muçulmanos (de origem turca e marroquina) desejam um retorno às raizes da fé religiosa (em comparação com 20% dos cristãos); 75% acham que existe uma única interpretação do alcorão (em comparação com 17% dos cristãos entrevistados com respeito à bíblia); e 65% dos muçulmanos dizem que as regras oriundas das escrituras são mais importantes do que as leis dos países de onde eles vivem (sendo que apenas 12% dos cristãos concordam com isso). No geral, 44% dos muçulmanos concordam com as três afirmações, em comparação com menos de 4% dos cristãos. Em outras palavras, existe um nível alarmantemente alto de fundamentalismo entre os residentes muçulmanos – um nível muito maior daquele encontrado entre os cristãos. E, é importante salientar, os muçulmanos oriundos de países mais “extremistas” não foram entrevistados.

Esses resultados não são devido a diferenças econômicas ou de classe, pois uma análise de regressão controlando “educação, posição no mercado de trabalho, idade, sexo, e estado marital, revelou que enquanto que estas variáveis explicam variâncias no fundamentalismo dentro de ambos os grupos, elas não explicam ou diminuem as diferenças entre muçulmanos e cristãos.”  E muçulmanos mais jovens não são menos fundamentalistas que os mais velhos. Em contraste, o fundamentalismo cristão é mais forte junto aos mais velhos e mais fraco junto aos mais jovens.

2. Perguntas sobre atitudes em relação outros grupos

Percentual daqueles que concordam com as frases:
"Eu não quero ter homossexuais como amigos." 
"Não se pode confiar nos judeus." 
"Os muçulmanos têm como objectivo destruir a cultura ocidental". [pergunta direcionada para os cristãos europeus] 
"Os países ocidentais estão tentando destruir o islão." [pergunta direcionada aos muçulmanos europeus]
Veja no gráfico abaixo mais resultados inquietantes.

Percentual dos que concordam com as frases relacionadas a hostilidade a outros grupos

Os resultados falam por sí só. Mais do que 50% de muçulmanos mostram hostilidade contra homosexuais e mais do que 40% de muçulmanos mostram hostilidade contra judeus. Mais do que 50% acham que o ocidente deseja destruir o islão (algo que poderia ser chamado de “ocidentofobia”) e mais do que 25%  concordam com todas as três. Isto em contraste com percentuais bem menores dos cristãos, resultando em apenas 2% que concordam com as três afirmações.

A análise de regressão mostrou novamente que a religião é o mais importante fator alimentador de hostilidade contra grupos externos, e que o grau de fundamentalismo se correlaciona com o grau de hostilidade para com grupos externos.

As principais conclusões do estudo são:

Atitudes oriundas de fundamentalismo religioso na Europa Ocidental estão muito mais difundidas entre os imigrantes muçulmanos do que entre os cristãos nativos.

O fundamentalismo religioso prediz muito fortemente as atitudes hostis e percepções de ameaças contra grupos externos, e explica a maioria das diferenças nos níveis de hostilidade contra grupos externos entre muçulmanos e cristãos.

Os determinantes sócio-estruturais do fundamentalismo são muito semelhantes para os cristãos e muçulmanos (educação, emprego). No entanto, eles não explicam os níveis mais elevados de fundamentalismo entre os muçulmanos. O fundamentalismo religioso explica por que os imigrantes muçulmanos são geralmente mais hostil em relação a outros grupos do que os cristãos nativos.

Enquanto os jovens cristãos são menos fundamentalistas e hostis a outros grupos do que as gerações mais velhas, este não é o caso entre os muçulmanos (onde jovens e velhos compartilham hostilidade para o que não for muçulmano).

As explicações mais comuns para o fundamentalismo religioso entre os imigrantes muçulmanos são todas contraditas pelos dados: não são uma consequência do stress relacionado com a imigração, marginalização sócio-econômica, ou algum tipo de exclusão legal.

Estes resultados contradizem claramente a alegações, ouvidas muitas vezes, de que o fundamentalismo religioso islâmico é um fenômeno marginal na Europa Ocidental ou que não diferem da extensão do fundamentalismo entre a maioria cristã. Ambas as afirmações são flagrantemente falsas, pois quase a metade dos muçulmanos europeus concordam que os muçulmanos devem voltar às raízes do islão, que só há uma interpretação do Alcorão, e que as regras nele estabelecidas são mais importante do que as leis seculares. Entre os cristãos nativos, menos de um em cada 25 pode ser caracterizado como fundamentalistas nesse sentido.

Esta pesquisa derruba o argumento daqueles que dizem que os muçulmanos que vivem no Ocidente são relativamente moderados e amigáveis para com os outros grupos (de não-muçulmanos) que fazem parte da sociedade.

Estes dados devem fazer-nos pensar duas vezes antes de caracterizar as suspeitas sobre as crenças dos muçulmanos ocidentais como islamofobia.” Existem crenças difundidas e perniciosas aqui, sendo que elas poderiam motivar ações perniciosas.

Tanto a extensão do fundamentalismo religioso islâmico e seus correlatos – a homofobia, o anti-semitismo e a Occidentofobia” – devem ser motivo de graves de preocupações para os políticos, para aqueles que detém poder decisório, e até mesmo para os líderes da comunidade muçulmana. É claro que o fundamentalismo religioso não deve ser equacionado com a disposição de apoiar, ou até mesmo se envolver, em violência de motivação religiosa. Mas, dada a sua forte relação com hostilidade contra grupos externos, o fundamentalismo religioso, muito provavelmente, proporciona um ambiente nutritivo para a radicalização.