domingo, 31 de maio de 2015

Gênios (Jinns) e Estrelas Cadentes


Um artigo de Ali Sina, um ex-muçulmano que expõe o islão, e por isso precisa viver escondido e sob escolta para se proteger dos adeptos da "religião da paz." Ele versa sobre um (dentre os vários) erros do Alcorão e do conceito dos jins (os gênios) no islão. 

Por Ali Sina· 10 de Novembro de 2010.

Tradução: Khadija bint Kafir

Este é o link para o artigo original "Jinns and Shooting Stars."

Como seus contemporâneos beduínos, Maomé acreditava em seres sombrios e fantasmas. Estas criaturas míticas eram conhecidas como jinns (ou gênios). Maomé falou extensivamente sobre os jinns. Ele disse a seus seguidores que os jinns eram feitos de fogo. Eles se apoiavam no ombro um do outro todo o caminho para o céu a fim de bisbilhotar a conversa da “assembleia celeste” (mala-e a’la). Assembleia celeste ou superior era um termo usado pelos sumerianos para se referir à reunião dos deuses antigos representando o Panteão Sumeriano, presidido por An e Enlil. Maomé acreditava que os meteoros eram mísseis atirados pelos anjos para deter os jinns em sua bisbilhotagem.

Alcorão, capítulo 72 versos 8 e 9:
“E tocamos no céu, mas achamo-lo cheio de guardas poderosos e de bólides. E sentamo-nos para escutar. Mas quem escutava encontrava um bólido à espreita”.   (tradução Mansour Challita) 
Ele repetiu a mesma ideia absurda outra vez. Capítulo 37 versos 6 a 10:
“Decoramos o céu mais próximo com estrelas. E elas o protegem contra os demônios rebeldes. Impedindo-os de ouvir as deliberações da corte celestial. Os meteoros os rechaçam de todos os lados. E obrigam-nos a recuar, confinando-os a um castigo sem fim. E se um deles surpreender algo das palavras proibidas, será perseguido por um bólido flamejante”. (tradução Mansour Challita)
E capítulo 67 verso 5:
“E adornamos com lâmpadas o céu mais próximo, colocando-as ali a fim de que sirva para apedrejar os demônios, a quem destinamos o suplício das chamas”.
O universo vislumbrado por Maomé pertencia ao reino dos contos de fadas. A Terra para ele era plana onde o sol surgia dos mares de um lado para pôr-se numa fonte de água fervente do outro lado (18:86). Em Árabe a palavra “sama” significa paraíso e céu. Maomé, como seus contemporâneos, não fazia distinção entre os dois. Ele disse que o paraíso (céu) é feito de sete camadas e as estrelas foram colocadas na parte mais baixa, inferior à posição da lua.

Então ele vislumbrou os jinns se apoiando um no ombro do outro todo o percurso do paraíso para bisbilhotar a discussão da “corte celestial”. Ele pensava que as estrelas eram lâmpadas penduradas da abóbada do céu para adornar o céu mais baixo. Quando os jinns se amontoam um em cima do outro para bisbilhotar, os anjos guardiões agarram uma estrela e a arremessam contra o jinn para assustá-lo. Alguma pessoa racional de hoje pode aceitar esse tipo de disparate?

O que as pessoas de antigamente chamavam de estrelas cadentes são meteoritos- pedras pequenas que brilham quando entram na atmosfera terrestre. As estrelas são sóis a milhares de anos luz de nós. Afora o fato de que a ideia de jinns é ridícula, eles podem mesmo se apoiar para alcançar a presença de deuses? Que deuses? Se Deus é um só, que “Assembleia Celestial” é essa que ele estava falando? Por mais absurdo que possa parecer, os muçulmanos ainda acreditam em jinns. Se está escrito no Alcorão, então deve ser verdade, pelos que saibam.  Rejeitar a essa tola ideia é equivalente a rejeitar ao Alcorão.

O Hadith seguinte confirma a história acima:
Relatou Aisha: “ouvi o apóstolo de Alá dizendo ‘os anjos descem das nuvens e mencionam esse ou aquele assunto decretado no paraíso. Os demônios escutam furtivamente a tal assunto, descem para inspirar aos adivinhos com isso e o último deles acrescenta uma centena de mentiras por conta própria’”. Sahih Bukhari Volume 4, Livro 54, Número 432]
Relatou Aisha: “Algumas pessoas perguntaram ao profeta sobre os adivinhos. Ele disse: “não valem nada”. Disseram: ‘Ó Apóstolo de Alá! Algumas de suas falas acontecem’. O profeta disse: ‘A palavra que se torna verdade é o que um jinn arrebata por furto (do céu) e a despeja nos ouvidos de seu amigo (o vidente) com um som semelhante ao cacarejar de uma galinha. O adivinho então acresce àquela palavra uma centena de mentiras”’. Sahih Bukhari Volume 9, Livro 93, Número 650.
Os muçulmanos estão convencidos de que os jinns são reais. Se está no Alcorão deve ser real. O pensamento de que o Alcorão possa ser falso não entra na mente deles. A imagem seguinte é um artigo publicado na República Islâmica do Irã.


O artigo diz que depois da confirmação pelas autoridades religiosas dos Emirados Árabes, vários jornais têm publicado a foto. Um Jovem árabe, ao de ouvir ruídos estranhos vindo de uma caverna na região de Jaliyah nos Emirados, pegou sua câmera e entrou na caverna. Lá ele avistou uma estranha criatura que parecia um jinn. O fotógrafo morreu como resultado de um ataque cardíaco. Quando seus amigos e a polícia entraram na caverna, acharam sua câmera próxima ao corpo e a foto do jinn dentro da câmera. Esta foto e a notícia foram publicadas nos jornais dos Emirados e divulgadas na televisão.

A imagem seguinte revela a verdade:


Este tipo de embuste é comum entre muçulmanos. Estes são os “milagres” que mantêm sua fé viva.


segunda-feira, 25 de maio de 2015

Simpósio: Apartheid de gênero e o Islã

  
Simpósio que discutiu os direitos das mulheres sob o islão e se o islão libera ou escraviza as mulheres.
Por Jamie Glazov

Tradução de Khadija Kafir

Revista FrontPage.com*      Sexta-feira, 31 de dezembro de 2004.


Pergunta: O Islã tem a chave em si mesmo para libertar as mulheres dentro das estruturas sociais muçulmanas?

Para discutir esta questão com a gente hoje, o simpósio da revista FrontPage reuniu um pessoal distinto:

1- Defendendo a hipótese de ser possível um Islã emancipador, hoje temos:
Mohamed El-Mallah, membro da diretoria do Al Ittihad-Mosque in Vista, ex-membro da diretoria do Centro Islâmico de San Diego, e um membro associado da Sociedade Muçulmana Americana. Um nativo do Egito que migrou para os EUA há sete anos, ele é também um ativista na comunidade muçulmana de San Diego, que tem dado muitas séries de apresentações sobre História Islâmica;
Julia Roach, uma estudante da Universidade da Califórnia em San Diego, atualmente cursa bacharelado em literaturas do mundo, especializada em questões de gênero e das mulheres na literatura. Ela se converteu ao Islã em 2003.
2- Defendendo a hipótese de que o Islã e os direitos das mulheres são mutuamente incompatíveis, hoje temos:
Ali Sina, o fundador da Faith Freedom International (www.faithfreedom.org), um movimento de ex-muçulmanos criado para dar apoio àqueles que querem deixar o Islã e dar informação dos fatos sobre o Islã para os outros;
Robert Spencer, diretor do jornal eletrônico “Jihad Watch” e autor de “Onward Muslim Soldiers: How Jihad Still Threatens America and the West(Regnery Publishing), e “Islam Unveiled: Disturbing Questions About the World’s Fastest Growing Faith (Encounter Books).
Revista FrontPage: Sr. El-Mallah, Robert Spencer, Julia Roach e Ali Sina, sejam todos bem-vindos ao Simpósio Frontpage.

El-Mallah, deixe-me começar com o Senhor. O Islam pode libertar as mulheres e dar a elas  a igualdade? Ou a religião islâmica é incompatível com os direitos delas?

El-Mallah: Obrigado por me convidar Jamie.
Voltarei no tempo 1.425 anos lunares atrás para responder a sua pergunta. Uma mulher veio até o Profeta e perguntou: "Por que as mulheres não são mencionadas (em fontes islâmicas: Alcorão e Hadith) tanto quanto os homens"? Sabe como o Profeta  respondeu? Respondeu a ela publicamente. Ele foi diretamente para o Masjid, pediu que todas as pessoas se reunissem, e do púlpito se dirigiu ao povo para recitar o capítulo 33 do Alcorão, verso 35 que diz:

"Os submissos e as submissas, os crentes e as crentes, os homens obedientes e as mulheres obedientes, os homens leais e as mulheres leais, os homens perseverantes e as mulheres perseverantes, os homens humildes e as mulheres humildes, os homens caridosos e as mulheres caridosas, os homens que jejuam e as mulheres que jejuam, os homens castos e as mulheres castas (…) - para todos eles, Deus preparou indulgência e grandes recompensas."    (tradução Challita)

Este versículo esclarece que a regra é: sempre que o pronome "ELE" for usado, tal pronome pode ser substituído pelo pronome "ELA", com poucas exceções que são claramente explicadas em outros versículos do Alcorão e ditos do Profeta (que a paz esteja com ele).

Gostaria de salientar que a primeira pessoa a aceitar o Islã foi uma mulher. O primeiro mártir no Islã foi uma mulher. Um dos capítulos mais longos do Alcorão é chamado de "As Mulheres", mais um capítulo chamado "Maria". Precisamos separar entre o que alguns muçulmanos praticam, e que o Islã está ordenando que façamos. Não podemos colocar o Islã em um julgamento por causa de erros que são cometidos por pessoas que vivem em países onde não se ensina nada sobre o Islã, pois a maioria dos erros cometidos por alguns muçulmanos são cometidos por causa da falta de bom entendimento islâmico.

Dado o exposto, podemos classificar as razões por trás de qualquer equívoco sobre as mulheres no Islã em dois tipo: A falta de conhecimento dos ensinamentos islâmicos e as más intenções daqueles que odeiam o Islã.

FP: Sra. Roach?

Julia Roach: Primeiramente gostaria de prefaciar meus comentários com um fato triste que existe dentro do estado atual da comunidade islâmica (chamada “Ummah”) ou em todo o mundo: é lamentável que o Islã não seja praticado em todas as partes do mundo por todos os muçulmanos com a medida prescrita por Alá no Alcorão e exemplificado pelo profeta abençoado Maomé (que a paz e a bênção de Deus estejam sobre ele).

Também não é o cristianismo ou o budismo praticado por todos os crentes dessas religiões como deveriam ser. No entanto, quando examinamos o comportamento daqueles muçulmanos que se esforçam para buscar o conhecimento como lhes foi ordenado por seu Senhor, descobrimos que essas pessoas estão praticando o Islã à luz dos seus textos sagrados e as tradições dos profetas (Que as bênçãos de Alá estejam com todos eles), que contêm a prova de que a igualdade das mulheres e o Islã não são excludentes.

O primeiro e talvez mais importante aspecto disso é a igualdade espiritual: a alma das mulheres tem o mesmo valor que a dos homens, como o provam numerosos versículos do Alcorão em que Alá referencia os fiéis e as fiéis com igual importância e responsabilidade em termos de obrigações religiosas, como a caridade, jejum, oração, humildade etc. Ao contrário da tradição praticada por alguns cristãos, em que a mulher se submete ao seu marido, que por sua vez se submete a Deus, as mulheres muçulmanas se submetem ao Senhor do Universo, Alá, em primeiro lugar. Elas não precisam de um emissário para responder por elas.

As mulheres muçulmanas podem orar por si ou em um grupo - sem que nenhum homem  precise estar presente - para adorar ao Senhor, e que a adoração será aceita tanto quanto o culto de qualquer outra pessoa (in sha Allah, se Deus quiser). Da mesma forma o pecado de uma mulher é contado tanto quanto o de um homem também! Os direitos da mulher são protegidos, tais como o direito à vida, que as mulheres não tinham no período da Arábia pré-islâmica (muitos bebês do sexo feminino eram assassinados porque os meninos eram preferidos. O Islam aboliu essa prática e Alá menciona o testemunho do assassinado da criança do sexo feminino como sendo uma característica do dia do Juízo).

E que direito poderia ser mais sério do que ser capaz de lutar e morrer no campo de batalha? As mulheres muçulmanas tiveram o direito e a oportunidade de lutar e morrer no campo de batalha pelos últimos 1.400 anos, um direito que só foi dado à mulher americana recentemente, e a morte de uma mulher na batalha conta tanto quanto a morte de um homem: ela é uma mártir da mesma maneira e merece o paraíso (in sha Allah). O primeiro mártir no Islã foi uma mulher. As mulheres lutaram ao lado do Profeta em inúmeras batalhas, algumas tendo sofrido ferimentos graves. As mulheres muçulmanas sempre tiveram o direito de votar e seu voto sempre igualou ao de um homem; o direito de possuir e dispor de bens, sem ter que obter permissão de parentes do sexo masculino, o direito de trabalhar fora de casa, o direito de trabalho igual e salário igual, o direito de manter para si seu dinheiro arduamente ganho, o direito de casar com quem elas quiserem e negar o casamento a quem elas quiserem, o direito à satisfação sexual dentro de seu casamento (se uma mulher está insatisfeita ela pode obter o divórcio), etc.

Eu não vou sobrecarregá-lo com mais (sim, há mais!). É lamentável que as pessoas não discutam além da concepção do lenço na cabeça e nos perguntam por que estamos orgulhosas de usá-lo... porque somos muçulmanas e nós estamos satisfeitas com o nosso Senhor e com nossas vidas; não estamos sendo esmagadas por desigualdades de gênero quando nos levantamos para reclamar os nossos próprios direitos. Ah, mais uma coisa! As mulheres muçulmanas são obrigadas a se educarem sobre a sua condição e são estimuladas a receber uma educação formal de algum tipo, colocando-nos no campo da igualdade intelectual também.

FP: Ok. Sr. Spencer, você gostaria de responder? Muito dessa questão é sobre a nossa definição de "igualdade" e "liberdade" não é? O que nós pensamos ser "liberdade" para as mulheres não é necessariamente o que muitos muçulmanos pensam ser. Certo?

Spencer: Você tem razão Jamie. O problema da nomenclatura é semelhante ao da palavra "terrorismo": alguns muçulmanos hoje denunciam o terrorismo, mas não consideram os ataques suicidas em Israel ou até o 11 de setembro como ataques terroristas de todo. E por falar em nomes, realmente não faz a menor diferença que "um dos capítulos mais longos no Alcorão seja nomeado AS MULHERES, mais um capítulo  nomeado MARIA", como o Sr. El-Mallah aponta (como também fazem muitos outros apologistas islâmicos). Há também capítulos do Alcorão, intitulado "Os espólios" (nº 8), "O logro mútuo" (nº 64), "O divórcio" (n° 65), "Os arrebatadores" (nº 79), "Os defraudadores" (nº 83), "O terremoto" (nº 99), "A calamidade" (nº 101), "O difamador" (nº 104), e "Os descrentes" (nº 109). Isso não quer dizer que o Alcorão coloca as mulheres no mesmo nível de uma calamidade ou de um terremoto, mas apenas que ostentar o nome de uma surata (capítulo) do Alcorão não é automaticamente um sinal de aprovação.

E se é verdade que, como diz o Sr. El-Mallah, "precisamos separar entre o que alguns dos muçulmanos praticam, e que o Islã está nos ordenando fazer", eu gostaria que ele tivesse escolhido para explorar mais do que o Islã ensina sobre as mulheres. Afinal de contas, a pergunta diante do simpósio é "O Islã contém em si as chaves para libertar as mulheres nas sociedades islâmicas contemporâneas?" A fim de analisar a questão de maneira honesta, os obstáculos a essa liberação devem também ser abordados: os versículos do Alcorão como 4:34 (que manda bater na esposa) e aqueles que dizem que o testemunho de uma mulher (2:282) e sua herança (4:11) valem a metade dos de um homem. Isso envolve ensinamentos islâmicos, não apenas práticas culturais. Há também inúmeros “hadiths” que refletem negativamente sobre as mulheres, incluindo uma em que Maomé declara que a maioria da população do inferno é do sexo feminino e que as mulheres são deficientes em inteligência e piedade (Bukhari, I: 6: 304).

O capítulo 4 verso 34 (que permite que o marido bata na esposa), que foi recentemente apresentado como um princípio válido de conduta por porta-vozes muçulmanos na Turquia, Espanha, e em outros lugares, cria uma atmosfera em que o abuso de mulheres é epidemia. O Instituto Paquistanês de Ciências Médicas, por exemplo, determinou que mais de nove em cada dez mulheres paquistanesas têm sido atingidas, espancadas ou abusadas sexualmente por delitos como cozinhar uma refeição insatisfatória. É o mandato do Alcorão para este abuso que faz com que seja difícil para mim de aceitar a afirmação do Sr. El-Mallah que as mulheres sofrem no mundo islâmico por causa de uma "falta de bom entendimento islâmico".

Roach também não menciona nada disso - ao contrário - tenta desviar a atenção para o cristianismo, que segundo ela é pior. Todavia não há na Bíblia cristã nenhum versículo que se compare com esse verso do Alcorão (4:34), e mesmo que houvesse, ele estaria fora do debate, pois a questão aqui é se o ISLÃ - não o Cristianismo - liberta as mulheres. Os muçulmanos que se importam com a igualdade e a dignidade - bem como os direitos das mulheres - devem reconhecer a existência do conteúdo misógino do Alcorão e das Sunas que citei acima e outras passagens similares, e encontrar alguma maneira de mitigar sua força destrutiva entre os muçulmanos. Espero que o Sr. El-Mallah e a Sra. Roach assumam este desafio.

FP: Senhor Ali Sina?

Ali Sina: Olá Jamie. Obrigado por me convidar para este simpósio.

O Sr. El-Mallah cita o capítulo 33 verso 35, onde os homens e as mulheres são mencionados e as suas responsabilidades e recompensas são enumeradas. Como o Sr. El-Mallah conseguiu concluir que este versículo estabelece a igualdade entre homem e mulher está além da minha lógica. Se eu  disser que você e seu cão não devem andar na grama; devem fazer isso ou deveriam fazer aquilo, implica dizer que você e seu cão são iguais? Eu não vejo nenhum indício de igualdade nesse versículo.

Vamos ver o que o Alcorão diz sobre as mulheres. Ele diz que "os homens têm um grau (de vantagem) sobre elas" 2: 228; que o testemunho de uma mulher vale metade do que a do homem 2: 282; que as mulheres herdam metade do que herdam seus irmãos do sexo masculino, 4: 11-12; que um homem pode se casar com duas, três ou quatro mulheres 4: 3; que se uma mulher se torna refém em uma guerra, seu mestre muçulmano tem a permissão de estuprá-la 33:50; que se uma mulher não é totalmente submissa ao marido, ela entrará Inferno 66:10; que as mulheres são "campos cultiváveis" para seus maridos 2: 223; que os homens são responsáveis por mulheres, como se as mulheres fossem imbecis ou menores de idade que não poderiam cuidar de si; que devem ser obedientes a seus maridos ou serem admoestadas (abusadas verbalmente), banindo-as da cama (violência psicológica) e espancadas (abusadas fisicamente) 04:34.

Estes versos definem a situação das mulheres no Islã. Outra "prova" de que o Sr. El-Mallah apresenta para comprovar o elevado estatuto das mulheres no Islã é que uma das mais longas suratas (capítulos) do Alcorão é chamada de "Mulheres". O Senhor Spencer respondeu corretamente. Posso também lembrar ao Sr. El-Mallah que a surata mais longa do Alcorão é chamada de “A VACA" (nº 2) com 286 versos. O capítulo “AS MULHERES” tem apenas 176 versos. De acordo com a lógica do Sr. El Mallah, as vacas devem ter um estatuto mais elevado do que as mulheres. Outro grande capítulo é chamado “O GADO” (nº 6) e tem 165 versos. Por isso as mulheres são apenas onze pontos superiores em relação ao gado, mas 110 pontos inferiores às vacas. Na verdade até mesmo insetos como abelhas, formigas e aranhas têm suratas com o nome deles. As mulheres devem ficar contentes por terem uma surata com o nome delas quando até mesmo as aranhas têm um?

Outra "prova" apresentada pelo Sr. El Mallah é o fato de que o primeiro crente em Maomé era uma mulher. Por que isso seria uma indicação de que as mulheres têm direitos iguais?

A próxima "prova" que ele apresenta é que o primeiro mártir no Islã também era uma mulher. Os muçulmanos devem achar que isso uma prova convincente, uma vez que esse argumento também foi apresentado pela Senhora Roach.

Além do fato de que este argumento de nenhuma maneira indica a igualdade de direitos para as mulheres no Islã, a história é apócrifa. Os nossos amigos muçulmanos estão falando da mulher chamada Summayyah. O único historiador que fala isso é Ibn Saad. Segundo ele, Summayyah sofreu o martírio nas mãos de Abu Jahl. Se este martírio realmente tivesse ocorrido; ele teria sido apregoada por todo e cada biógrafo e teria sido relatado em inúmeras tradições. Este é apenas um exemplo dos exageros que os muçulmanos fazem desde o início.

Na verdade, o mesmo biógrafo afirma que Bilal também foi o primeiro mártir, embora ele sobrevivesse durante muito tempo as alegadas perseguições, voltou para Meca e cantou o Azan da cobertura da Caaba após Maomé conquistar aquela cidade, e morreu de morte natural. 

Ibn Sad descreve que Summayyah, seu marido e seu filho Yasir Ammar foram perseguidos em Meca (p. 227) Mas depois de Yasir (que morreu de causas naturais), Summayyah se casou com o escravo grego Azrak e com ele teve um filho chamado Salma. Como então devemos entender que ela morreu sob a perseguição? Azrak pertencia a Taif, e foi um dos escravos que no cerco daquela cidade (cerca de 15 anos mais tarde), fugiram durante o acampamento de Muhammad. É natural concluir que Summayyah, após a morte de Yasser, casado Azrak, e viveu em Taif.

Sra. Roach lamenta que o Islã não seja praticado em todas as partes do mundo por todos os muçulmanos com a norma prescrita por Alá no Alcorão.

Devemos dar graças a Deus por isso!  Imagine se todos os muçulmanos fossem apedrejar ou enforcar as vítimas de estupro ou flagelar mulheres por delitos menores, como a exposição de uma mecha de cabelo. De fato, os países que praticam o Islã em sua plenitude são verdadeiramente os mais bárbaros. Basta pensar no sofrimento das mulheres no Afeganistão durante o regime do Talibã. As mulheres não tinham permissão para sair de suas casas ou trabalho. Médicos do sexo masculino não foram autorizados a visitar os pacientes do sexo feminino. Então, quando as mulheres ficavam doentes, não havia ninguém para cuidar delas e elas morriam. Quanto mais islâmico um país, mais infernal ele fica.

Sra. Roach se conforta por pensar que – após a morte - as mulheres podem esperar serem tratadas de forma igual e diz que "a alma das mulheres têm valor igual aos dos homens". Em outras palavras, o que ela está dizendo é que, enquanto as mulheres vivem uma vida de escravidão, abuso e privações neste mundo, elas podem se alegrar, porque depois que elas morrem serão tratadas de forma igual. Apesar de eu achar isso um péssimo negócio, a verdade é que nem mesmo essa promessa é verdadeira. As mulheres no Islã não são tratadas da mesma forma nem depois da morte.

Aos homens é prometido muitas virgens depois que eles morrem. E as mulheres ganham o quê? Elas ganham o seu velho e péssimo marido para compartilhar com 72 virgens celestiais voluptuosas. Com essas muitas “houris” de seios fartos, por que um homem ia querer passar uma noite com uma velha esposa? Será que as mulheres também vão ter jovens garanhões celestiais para terem orgias com eles? Não, elas não vão. Elas devem manter a sua "modéstia" mesmo depois de morta.

Na verdade, de acordo com Maomé, poucas mulheres vão para o Paraíso. A maioria delas acaba no inferno. Vejamos o que diz o Profeta sobre este assunto. Este é o lugar onde ele descreve sua visita alucinante para o inferno e paraíso:

"Então eu vi o (Inferno) Fogo, e eu nunca tive antes uma visão tão horrível quanto essa; e eu vi que a maioria dos seus habitantes eram mulheres." As pessoas perguntavam: "Ó Apóstolo de Deus! Qual é a razão para isso?" Ele respondeu: "Por causa de sua ingratidão." Foi dito. "Será que elas não creem em Alá (são ingratas para com Deus)?" Ele respondeu: "Elas não são gratas a seus maridos e são ingratas para com os favores feitos para elas. Mesmo se você fizer o bem a uma delas durante toda a sua vida, quando ela sentir alguma aspereza em você, ela vai dizer: "Eu nunca tive nada de bom de você.'” Bukhari 7.62.125

Sra. Roach diz que as mulheres muçulmanas podem orar sozinhas. É isso o sinal de sua igualdade e libertação? As outras religiões também não permitem que as mulheres rezem sozinhas? Não deveria Deus aceitar suas orações?

A Sra. Roach diz que o infanticídio feminino era uma prática comum na Arábia pré-islâmica e que o Islã aboliu isso. Os muçulmanos acreditam piamente que esta era uma prática comum. Se fosse assim do jeito que eles pensam, de quem é que as meninas árabes nasciam? Eles também alegam que Maomé elevou o status das mulheres, limitando o homem a não mais do que quatro esposas. Como poderiam os homens árabes achar tantas esposas se eles praticavam o infanticídio feminino?

Talvez algumas pessoas mais ignorantes matassem suas filhas recém-nascidas, mas que não poderia ter sido uma prática comum, pois o infanticídio é contra a natureza humana. Afinal de contas, os árabes também eram seres humanos. Eles devem ter tido o mesmo tipo de instinto paternal que temos. Mesmo os animais têm instinto paternal. Sim exceções sempre ocorrem. Ainda hoje o infanticídio feminino é praticado na China e na Índia. Mas é uma prática abominável condenada pela sociedade e punida por lei. Os casos são extremamente raros. A Arábia pré-islâmica não poderia ter sido diferente. O que Maomé disse já era senso comum e todo mundo condenava a prática. Deixe-me dar outro exemplo. Nós lemos no noticiário de que alguns homens matam suas esposas. Quão é comum esta prática? Não é todo mundo que faz isso. Mas suponha que eu – Ali Sina - me declare um profeta e, entre outras coisas, proíba os homens de matarem as esposas. Isso não é grande coisa! Todo mundo sabe que matar a esposa é ruim. Mil anos no futuro a partir de agora, e os meus zelosos seguidores afirmarão que no período “pré-Sinaico” algumas pessoa ignorantes praticavam o feminicídio, e sua santidade Ali Sina aboliu essa prática repugnante. Quão ridículo isto parece na sua opinião? Bem, isto não é mais ridículo do que a reivindicação dos muçulmanos em dizer que Maomé aboliu o infanticídio feminino.

Entre os "direitos" das mulheres muçulmanas, a Sra. Roach afirma que o "direito" de lutar no campo de batalha é o mais importante. Ela diz: "Que direito poderia ser mais sério do que ser capaz de lutar e morrer na batalha?"

Isso é um direito? Não teria sido melhor se - em vez de guerras - Maomé trouxesse a paz para o mundo e desse às mulheres (e homens e crianças) o direito de viver em paz? Ele conclamou os muçulmanos a uma guerra em nome de Deus e derramar o sangue de seus companheiros humanos (Alcorão 2:216 e 9:39).  Isto é algo bom? Os seres humanos já não têm guerras o bastante? Será que eles precisam de um profeta de Deus para dar-lhes o "direito" de matar e morrer? Ele tirou o direito de pensar, o direito de acreditar na fé de sua escolha, o direito à autodeterminação e, em vez disso, deu-lhes o direito de fazer a guerra, para matar, para odiar, para "incutir o terror no coração do inimigo (Alcorão 8:12), para destruir este mundo e para morrer. Isso é um direito? Isto é o mesmo que dizer que Maomé deu aos muçulmanos o direito de viver no inferno, o direito de serem escravos, o direito de serem abusados e torturados.

Nos Estados Unidos e em outros países civilizados, as pessoas têm o direito à liberdade, à vida e à busca da felicidade. No Islão, os muçulmanos têm o direito de fazer a guerra e a morrer. Devemos ainda acreditar que o Islã é uma religião divina? O problema com o Islã é que ele destrói os valores de cada um. O certo se torna errado e o mal é elogiado como algo bom. Agora falando sério: como é que uma mulher muçulmana luta envolvida em uma burca? Isso é algo que vale a pena ver. Além disso, as mulheres não muçulmanas são proibidas de lutarem se quiserem? Sabemos de alguma mulher em qualquer sociedade que não tenha o “direito” de lutar e morrer?

Talvez a Sra. Roach deva ler a biografia de seu profeta mais uma vez. Ela vai perceber que mesmo os pagãos costumavam levar suas esposas ao campo de batalha. Na batalha de Uhud, era Hind, a esposa de Abu Sofyan, que “rugia como uma leoa”,  incentivando os homens a marchar para a frente. Naqueles dias, as mulheres acompanhavam seus maridos na batalha para fornecer-lhes suprimentos e para tratá-los, se eles ficassem feridos. Maomé fez o que outros árabes faziam. No entanto, após o Islã, quando os muçulmanos começaram a colocar em prática os ensinamentos de seu profeta, eles descobriram que não havia espaço para as mulheres em qualquer lugar - inclusive no campo de batalha - e, portanto, as mulheres foram descartadas e foram relegadas a cidadãs de segunda classe.

A Sra. Roach diz que "as mulheres muçulmanas sempre tiveram o direito de votar". Como isso pode ser verdade quando nem mesmo os homens muçulmanos têm o direito de votar? No Islã não há democracia. Como você pode votar se não há democracia? A falta de democracia no Islã é um outro assunto interessante que vale a pena explorar

Sra. Roach diz que as mulheres no Islã têm o direito de possuir e dispor de bens, sem ter que obter permissão de seus parentes do sexo masculino. Será que ela está se esquecendo que Khadija, antes de estragar (mimar) Maomé, foi uma mulher de negócios que tinha feito uma fortuna executando o seu próprio negócio de comércio e que tinha muitos homens ao seu serviço? As mulheres hoje podem ter sucesso em qualquer país islâmico da mesma maneira que Khadija foi bem sucedida em uma sociedade pagã? Houve uma única mulher após Khadija, em qualquer país islâmico, durante esses 1400 anos que se  rivalizasse ao seu sucesso? A resposta é não! Será que isso não prova que há menos oportunidades no mundo islâmico para as mulheres do que o que Khadija teve em um mundo pagão? É claro que as mulheres perderam seus direitos após o Islã e não ganharam nada com isso.

Sra. Roach diz que as mulheres muçulmanas têm o direito de trabalhar fora de casa. Eu me pergunto por que ela não diz isso para os Talibãs. Eles proíbem as mulheres de trabalhar fora de casa. Também gostaria de perguntar a ela como uma mulher pode trabalhar fora de casa, quando ela não pode estar em um quarto sozinha com um homem e não pode viajar sozinha, sem um parente do sexo masculino (mahram). Maomé desencorajou as mulheres de saírem de sua casa e, de fato, ele disse que é melhor para elas rezarem na privacidade de sua casa (leia-se prisões) do que rezar na mesquita. Em alguns países islâmicos, as mulheres nem sequer são autorizadas a dirigir um carro. Como elas deveriam ir para o trabalho, se elas não podem sequer chegar lá, a menos que alguém as leve?

Sra. Roach diz que as mulheres muçulmanas têm o direito de casar com quem quiserem. Eu pergunto-lhe: como pode uma criança de 9 anos de idade consentir a um casamento? Como pode uma mulher muçulmana ser livre em sua escolha, quando ela nem sequer pode namorar o homem com quem planeja se casar a fim de conhecê-lo? Como você pode escolher quando você nem sequer conhece a pessoa? Como você pode tomar qualquer decisão inteligente e educada quando não conhece o seu companheiro? Escolha cega não é escolha.

Ela também afirma que uma mulher muçulmana tem o direito à satisfação sexual dentro de seu casamento e esclareceu que "se uma mulher está insatisfeita ela pode obter o divórcio". Isso é verdade? De acordo com a Sharia, mulheres não podem se divorciar mesmo que o seu marido as espanque. A decisão do divórcio descansa apenas em caprichos do homem. Agora imagine uma mulher indo para um juiz exigindo divórcio acusando o marido de impotência. Como você pode humilhar o ego gigantesco de um homem muçulmano e esperar viver depois disso? Ela será uma mulher morta no dia seguinte. Se ela sobreviver e conseguir o divórcio, será vista como uma prostituta por todos.

A mulher divorciada não tem para onde ir no mundo islâmico. Eu não sei se a sra. Roach já viveu em um país islâmico. As mulheres muçulmanas não são autorizadas a terem qualquer libido. Não é piedoso que as mulheres sintam desejos sexuais. Na verdade, a mutilação genital é projetada para tirar qualquer prazer sexual delas. As mulheres não são feitas para desfrutarem do sexo. Se elas têm qualquer libido, há um risco de que elas possam fornicar e cometer pecado. Mulheres só deve proporcionar satisfação aos seus maridos e negar todas as suas necessidades sexuais. De acordo com uma tradição:

O apóstolo de Deus disse: "Se um marido chama sua esposa para a cama (ou seja, ter relação sexual) e ela se recusa fazendo com que ele durma com raiva, os anjos vão amaldiçoá-la até de manhã." Bukhari 4.54.450

É divertido pensar que os anjos não têm nada melhor para fazer do que sentar e amaldiçoar a pobre mulher a noite toda por privá-los de assistir o show pornô ao vivo. Se Deus deve punir a mulher por não satisfazer as necessidades sexuais do marido, por que ele precisaria de anjos para fazer o lobby por isso? Não é um desperdício de recurso de anjo?

Em certo sentido, tudo isso é muito engraçado. Porém num sentido muito maior, é uma tragédia.





domingo, 24 de maio de 2015

Lista de empresas com 'certificação halal' no Brasil: Boicote-as!



Estas são as empresas brasileiras inscritas na Certificação Halal no Brasil. Elas pagam uma taxa para obterem esta certificação. Cada vez que você compra destas empresas você também está pagando. Você sabe para onde vai o lucro das entidades islâmicas com a certificação halal?

(página em construção)
(PS. Veja uma relação de artigos relacionados a "indústria halal", e o porquê de boicotá-la)

Quando você vir este símbolo, não compre, não coma, denuncie. Pergunte ao dono do estabelecimento porque ele vende halal, e se ele concorda que não muçulmanos paguem um "dízimo islâmico" sem o consentimento deles


A lista de empresas brasileiras com certificação halal é assustadoramente extensa. As instituições islâmicas mantêm uma lista delas nos seus sites, por exemplo, cidialhalal [1] (no fim da página); cibal halal: frigoríficos de aves [2],  frigoríficos de bovinos [3], indústria de alimentos e matéria prima [4], orgânicas [5], químicas [6], farmacêuticas e cosméticas [7]; sii halal [8].

Lista relacionada a alimentos e frigoríficos
AgroDaniele,  [1]
Agrogen,  [1]
AGROSUL,  [1]
Aurora,  [1]
AVEBOM,  [1]
Big Frango,  [1]
Bomdio Alimentos, [1]
brf,  [1]
Céu Azul Alimentos,  [1]
COOPAVEL,  [1]
Copacol,  [1]
Copagril,  [1]
C Vale,  [1]
Doux – Frango Sul,  [1]
Frango Belo,  [1]
GELCO,  [1]
GELITA,  [1]
GELNEX,  [1]
Globoaves,  [1]
Granjeiro,  [1]
GUIBON Frangos - Frango Amazonas (Avenorte Avícola Cianorte Ltda)
Jaguá,  [1]
Languiru,  [1]
Lar – Coop Agricultural,  [1]
Lopesco,  [1]
Mais Frango,  [1]
MARFRIG Group,  [1]
Mataboi,  [1]
Minuano,  [1]
Mister Frango,  [1]
Nicolini,  [1]
Palmali,  [1]
Pioneiro,  [1]
Purac,  [1]
Rosseulot,  [1]
Sadia,  [1]
SEARA,  [1]
Superfrigo,  [1]
Tyson,  [1]
VPR [1]

Alimentos:
Ajinomoto,   [4] [7]
ARMS and HARMER Química Geral do Nordeste,  [4] [7]
ASA Aviário Santo Antônio,  [4]
BATAVO,  [4]
Belaiaça,  [4]
Blanver,  [7]
Bremil,  [4]
BRF,  [4]
Café Cacique,  [4]
Café Iguaçu,  [4]
Café Real,  [4]
Carnaúba do Brasil, [4]
Capvani,  [4]
Citrosuco,  [4]
Cocam,  [4] [5]
Colombo açúcar e etanol,  (açucar Caravelas, Colombo, Colonial, União, [4]
Condessa laticínios,  [4]
CPKelco,  [4]
Cristina queijos,  [4]
DA ROZ, massas  [4]
DoBon,  [4]
DÖHLER,  [4] [6]
DOREMUS,  [4]
ELEGÊ laticínios,  [4]
Ferrero do Brasil,  [4]
Fleisheggs,  [4]
FONCEPI,  [4] [5]
Fonterra,  [4]
Forno de Minas,  [4]
FosBrasil,  [4] [6]
FrangoSeva,
Fuchs,  [4]
GE do Brasil,  [4] [6]
Givaudan,  [4] [6]
Grace cosméticos,  [6] [7]
Grupo Centroflora,  [4]
Guarani açúcar e etanol,  [4]
Indeca,  [4]
Inovo,  [4]
IMCOPA,  [4]
Imeris Filtration,  [7]
Jalles Machado,  [4] [5]
Kerry,  [4]
Lagos Indústria Química,  [6]
Lapirendius,  [4] [6]
Louis Dreyfuss commodities,  [4]
Maricota,  [4]
Minerva Fine Foods,  [4]
Mundial Exportadora,  [4]
Mococa laticínios,  [4]
Nescafé,  [4]
Nestlé,  [4]
Oderich,  [4]
Pic Nic laticínios,  [4]
Piracanjuba laticínios,  [4]
Pontes Indústria de Cera,  [4]
Predilecta,  [4]
Prolab Cosmetics,  [7]
PROLAB laboratórios,  [4]
Quatá laticínios,  [4]
Química Geral do Nordeste,
Raizen Energia (açucar),   [4]
SADIA, [4]
Sanrisil,  [7]
Santa Rosa,  [4]
São Martinho,  [4]
Sementes Paraná,  [4]
SGS,  [4] [6]
Sina (ovos),  [4]
SL alimentos,  [4]
Sohovos,  [4]
Sucorrico,  [4]
Superavico,  [4]
Tanac,  [6]
Triangulo Alimentos,  [4] [5]
YSC,  [4] [6]

Frigoríficos: 
AGRA,  [3]
ASTRA,  [3]
AVERAMA produtos avícolas, [2]
Bon Mart,  [3]
BRF, [2] [3]
Canção produtos avícolas [2]
COASUL produtos avícolas, [2]
COOPERFRIGU, [3]
Estrela,  [3]
Frango Seva, [2]
FRIALTO,  [3]
FriBrasil, [3]
FRIGOL,  [3]
FRIGON,  [3]
FRISA,  [3]
FRIVASA,  [3]
JBS (FRIBOI), [2]  [3]
JJZ,  [3]
MARFRIG,  [3]
MataBoi,  [3]
Minerva Foods  [3]
Mondelli,  [3]
SEARA, [2]
Redentor,  [3]
RODOPA,  [3]
Xinguara,  [3]

Químicas, Farmacêuticas e Cosméticas:
Veja sob "alimentos" (para ser separado por tema)

Empresas certificadas pela SII Halal
C Vale  [8]
Cocari Coop Agropecuária e Industrial  [8]
CM3 Amidos (de mandioca)   [8]
Copagril (aves, rede de supermercados)  [8]
Docile (balas e guloseimas)  [8]
Florestal (balas e guloseimas)  [8]
Frango Granjeiro   [8]
Lar Cooperativa Agroindustrial (aves, grãos, produtos, rede de supermercados)  [8]
Peccin (balas e guloseimas)  [8]
Pioneiro Grupo (Maná Alimentos, Ração Pioneiro e Frangos Pioneiro) [8]
Sambazon (sucos de frutas da amazônia - exportação)   [8]
Sororo Ingredientes  [8]
Vossko do Brasil (frangos, exportação, mas agora também no mercado interno) [8]

Produtos vendidos no mercado interno brasileiro: BOICOTE-OS!

A foto embalagem com "selo de qualidade" nas embalagens da Empresa "Le Vida",
que comercializa pedaços e miúdos de frango, vendidos em supermercados do Rio de Janeiro



A própria website to acuçar Colombo e Caravelas mostra que eles pertencem ao esquema da certificação halal (alguém pode me dizer porque a produção de açucar tem que fazer parte disso)? Em que parte do processo de produção o acuçar torna-se impuro? Ou é apenas a questão de se rezar Allahu Akbar durante o empacotamento?



Da Roz, empresa de massa, também entrou na certificação halal. Vale a pergunta: em que parte do processo de produção o macarrão se torna-se impuro? Ou é apenas a questão de se rezar Allahu Akbar durante o empacotamento?


PRO LAB COSMETICS (Prolab Indústria Comércio Cosméticos Ltda)
Empresa de Diadema, SP, que ganhou certificação halal da FAMBRAS há um mês atrás. Dentro de seus produtos se encontram os seguintes: - Ativare;  - Nutrat;  - Iluminata;  - Tonalittá


 
  Boicote a Lar, Cooperativa Agroindustrial
A agro-indústria "Lar – Cooperativa Agricultural", situada em Medianeira, PR, faz parte da Certificação Halal. Seus produtos estão sendo vendidos no mercado brasileiro. BOICOTE-OS!


Boicote Chocolate Afeto
A Peccin Balas e Golusoimas faz parte da Certificação Halal e está vendendo seus produtos no mercado brasileiro. BOICOTE-OS!



Boicote Chocolate Trento
A Peccin Balas e Golusoimas faz parte da Certificação Halal e está vendendo seus produtos no mercado brasileiro. BOICOTE-OS! 

GUIBON Frangos e Frangos Amazonas, em Cianorte, Paraná
(Avenorte Avícola Cianorte Ltda)


BRF Foods, que engloba: Sadia, Perdigão, Batavo, Elegê, Qualy, Claybon e Speedy Pollo


Friboi, do Grupo JBS

MARFRIG

Icekiss, Indústria de Produtos Alimentícios Cory Ltda (cory.com.br)




sábado, 23 de maio de 2015

Instituições islâmicas que fazem a certificação halal, no Brasil e em Portugal



Estas são as instituições islâmicas que fazem a Certificação Halal no Brasil. Você sabe a que grupos elas estão ligadas? Você sabe para onde vai o lucro com a certificação halal?
(PS. Veja uma relação de artigos relacionados a "indústria halal", e o porquê de boicotá-la)

Quando você vir este símbolo, não compre, não coma, denuncie. Pergunte ao dono do estabelecimento porque ele vende halal, e se ele concorda que não muçulmanos paguem um "dízimo islâmico" sem o consentimento deles


Brasil

Instituição: Centro de Divulgação do Islam para a América Latina (CDIAL) - CDIAL-HALAL
Website: http://www.cdialhalal.com.br/
Tipo de islamismo: Sunita
Conexão: saudita, wahabi, salafista












Instituição: Alimentos Halal Brasil
(ligado ao Centro Islâmico do Brasil)
Website: http://www.alimentoshalal.com.br/
Tipo de islamismo: xiíta
Conexão: komeinismo











Instituição: Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal - CIBAL HALAL
(ligado à FAMBRAS)
Website: http://www.cibalhalal.com.br/
Tipo de islamismo: Sunita
Conexão: saudita, wahabi, salafista










Instituição: Serviço de Inspeção Islâmica (SII)
Website: http://www.islamichalal.com.br/
Tipo de islamismo: sunita
Conexão: saudita, wahabi, salafista







Instituição: Camara de Comercio e Industria Turco Brasileira
Website: http://www.ccitb.org.br/detay.php?id=257
Tipo de islamismo: sunita
Conexão: Organização da Cooperação Islâmica



Portugal

 (em construção)


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Primeira Guerra contra os Piratas da Barbárie (Piratas Bérberes)



A costa norte da África era composta por estados cujas economias se baseavam na pirataria, sequestro e escravização dos europeus. Estes estados tinham a motivação e a permissão para escravizar os káfir (infiéis não muçulmanos) seguindo o exemplo deixado pelo próprio Maomé.

Os chamados de Estados Berberes do Norte de África, compostos por Marrocos, Argel, Tunis e Tripoli, vinham saqueando o comércio marítimo no Mar Mediterrêneo ao longo dos séculos. A base econômica era a "cobrança de pedágio" de modo a não atacarem os navios europeus. Para isso eles exigiram dinheiro do tributo, navios apreendidos, ou dinheiro para o resgate de prisioneiros, caso contrário eles seriam vendidos com escravos.

A pirataria estendia-se por todo o Mediterrâneo, ao sul ao longo da costa atlântica da África Ocidental, e até mesmo na América do Sul, e para o Atlântico Norte para o norte até a Islândia, mas eles operavam principalmente no Mediterrâneo ocidental. Além de navios que eles apreendiam, os piratas também se engajaram em razzias, ataques a cidades europeias e aldeias costeiras, principalmente na Itália, França, Espanha e Portugal, mas também na Inglaterra, Escócia, Holanda, Irlanda, chegando a alcançar lugares tão distantes como a Islândia. O principal objetivo de seus ataques era capturar escravos cristãos para o mercado de escravos árabes do Norte da África.

De acordo com o historiador Robert Davis, autor do livro Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800, entre 1 milhão e 1,25 milhões de europeus foram capturados por piratas berberes e vendidos como escravos entre os séculos 16 e 19.

Com a sua independência, os EUA deixarem de ter a proteção da Coroa Britânica. Com isso, ele teve alguns navios apreendidos e 300 marinheiros feitos prisioneiros.

A resposta do presidente dos EUA, Thomas Jefferson, foi montar uma marinha de guerra (6 fragatas) e enviá-la para a costa da atual Líbia. Em 1803 ela atacou Trípoli e neutralizou a marinha pirata. Dois anos depois, um corpo de fuzileiros foi enviado até a cidade de Derna, onde eles, apoiados por um bombardeio naval, conseguiram derrotar os bérberes e libertar os marinheiros (28 de abril de 1805).

Apenas após as guerras napoleônicas os europeus puderam impor um fim nesta pirataria islâmica.


"Fuzileiros Navais dos EUA capturam o forte dos piratas da barbárie em Derna, Trípoli (atual Líbia)"
Oil on canvas by C.H. Waterhouse (illustration courtesy of www.wikigallery.org)


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Carta de Bispo da Igreja Ortodoxa sobre a perseguição aos cristãos e outras minorias


Ataques à Fé em Cristo

Dom Ioannis
Bispo da Igreja Ortodoxa Autocéfala da América do Exarcado de Alexandria, situado em Santa Catarina, Brasil, e Exarca* para a América Latina.


Ao nos deparamos com as chocantes imagens de cristãos sendo mortos por sua Fé, um questionamento passa a inquietar nossos corações: qual é nosso dever como seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo em face de tais ataques contra nossa Fé? Quando me questiono sobre isso, penso na onda de atentados que se propaga dia após dia contra a fé cristã, a destacar as sorrateiras tentativas em território brasileiro de implantação do aborto e da ideologia de gênero, que não passam de outras formas de ataque à dignidade humana.

Mas, nesse momento crítico para o futuro da cristandade, em que verificamos o avanço do fanatismo de tantas ideologias anticristãs, contrárias aos nossos valores, também devemos questionar o que é o Brasil e qual é o nosso dever enquanto brasileiros? Que medidas ou iniciativas queremos, principalmente da comunidade muçulmana que aqui vive, em resposta à ação dos terroristas que em nome da fé islâmica sujam a imagem da comunidade muçulmana e cometem todo tipo de atrocidades mundo afora? O que o governo do Brasil, nação cristã, tem feito par defender os cristãos e outras minorias?

A imprensa faz o possível para mascarar o sangue que tem sido derramado em vários países em nome do Islã e muito preocupa-nos o grande número de jovens brasileiros sendo aliciados e recrutados para lutar em uma guerra artificial contra nações que sempre acolheram e respeitaram os cristãos, como o Iraque e a Síria. É preciso ter coragem para vir a público condenar a jihad e fazer desaparecer a sanguinária bandeira do Estado Islâmico. É preciso exigir, perante Deus, que jamais usarão da força para converter qualquer brasileiro ao Islã e que o rompimento dessa posição é um rompimento da paz com todos os cristãos que aqui vivem.

Como seguidor de Cristo, reitero o meu total repúdio ao terrorismo, a todo ato de terror, de violência, de crueldade e discriminação contra os cristãos e contra qualquer povo e minoria que viva no Oriente Médio, pois todos os povos têm o direito de viver em paz e livremente expressar sua fé. Porém, o islamismo não tem nada a acrescentar aos cristãos, muito menos a ensinar. Para os cristãos, o único e legitimo Salvador é o Filho de Deus, Jesus Cristo.

Peço ao povo de Deus, nesses países em guerra, que permaneçam firmes na Fé, na caridade e na esperança. Aos líderes cristãos peço que sejam solidários e atentos ao sofrimento dos nossos irmãos perseguidos por causa da sua religião e que fiquemos de prontidão como guardiões das nossas raízes cristãs que formam a cultura do povo brasileiro, uma vez que nossas tradições e nossa cultura têm suas raízes no Cristianismo, que pelo mar aqui chegou séculos atrás. O Brasil foi marcado desde sua fundação pelo sinal sagrado da Cruz. E esta cruz corre o risco de ser banida de nossa Terra, por minorias subservientes à forças malignas que querem destruir o Brasil

Solidarizo-me com os cristãos e outras minorias étnicas e religiosas que estão sendo perseguidas no Oriente Médio, especialmente na Síria, no Iraque e em países da África. Nesse sentido, comunico minha adesão e parabenizo a Liga Cristã Mundial pelos esforços e lutas em defesa de nossa Fé aqui no Brasil e em todo o Mundo.


Joinville, SC, Brasil 18  de maio 2015


Dom Ioannis 

Dom Ioannis

Bispo da Igreja Ortodoxa Autocéfala da América do Exarcado de Alexandria, situado em Santa Catarina, Brasil, e Exarca* para a América Latina.

* Exarca é um título eclesiástico que correponde a um bispo que detém autoridade sobre outros bispos sem que seja um patriarca. Metropolita.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

BOICOTE PRODUTOS HALAL



Se você deseja lutar por um Brasil pluralista, boicote produtos halal. Existe um grupo no Facebook que trata disso: https://www.facebook.com/groups/1007479079277260/
Estou reproduzindo abaixo o texto escrito para este grupo. 
(PS. Veja uma relação de artigos relacionados a "indústria halal" e o porquê de boicotá-la)

Boicote Comida Halal
Boicote produtos de países islâmicos
BDS Islã


HALAL

O que é "halal"? 
Halal é uma palavra árabe que significa "permitido" (pronúncia, "raláu"). No islamismo e na na lei islâmica (Sharia) ela indica aquilo que muçulmanos tem permissão em fazer. E, segundo a Sharia, impedir o que é permitido é um crime contra o islão.

A palavra "haram" significa o que é probido (pronúncia, "rarãm")

O que é "comida halal"?
Comida halal é toda a comida que é preparada seguindo os preceitos da Sharia. Por exemplo, a comida não pode ser contaminada com porco, nem mesmo estar em um mesmo recinto que o de algum produto derivado de porco. A mera presença de produto derivado de porco já é suficiente para contaminar a comida.

O que é o "abate halal"?
O abate halal é o modo pelo qual todos os animais (menos o porco, que é haram, proibido) devem ser mortos. É um abate ritualístico no qual o animal é colocado de cabeça para baixo e degolado de um modo específico, e deixado sangrando até a morte. O abate ocorre aos gritos de Alá é o Maior (Allahu Akbar) e orações proferidas por um clérigo islâmico, imã, ou algum muçulmano qualificado. Apenas muçulmanos podem executar o abate halal.

Como o abate hala é algo comum onde quer que o islão se instale, muçulmanos se mantém mestres na arte de degolar animais.

O abate halal é desumano e causa sofrimento desnecessário ao animal. Mas assim, segundo a Sharia, ele não pode ser alterado, pois foi estabelecido por Alá, que é a origem de toda a legislação.

O que é a "certificação halal"?
A certificação halal é uma taxa cobrada por organizações islâmicas sobre a indústria de alimentos para que ela seja fiscalizada, certificando-se que os alimentos estejam sendo preparados conforme a Sharia. Todos aqueles que compram alimentos com o selo de certificação halal estão pagando esta taxa, independente de serem muçulmanos ou não. É como se você pagasse o "dízimo" cada vez que você comprasse alimentos, independente de você pertencer a alguma religião ou não. Entendeu o truque?

Para onde vai o dinheiro da certificação halal?
Um pequeno percentual do montante recolhido pela certificação halal serve para manter as organizações que efetuam a certificação halal. Por exemplo, no Brasil existe a CDIALHALAL (sunita) e Centro Islâmico no Brasil (xiíta). O maioria do dinheiro restante vai para as mesquitas e para as "caridades islâmicas." Este dinheiro é usado para a propagação do islamismo, seja na construção e manutenção de mesquitas e madrassas, pagamento de salário ou "pro-labore" de clérigos ou agitadores, financiamento de propaganda na imprensa em geral, promoção de encontros inter-religiosos e contatos com políticos, e  promoção centros de estudos da "cultura islâmica" em universidades. E existem indícios que a certificação halal ajuda a promoção do "terrorismo islâmico" a nível internacional (a Jihad Global).

Em resumo, a maior parte do dinheiro oriundo da certificação halal é usada para propagar o islamismo no Brasil. E os infiéis não muçulmanos estão financiando isso, sem ter a menor noção do que acontece.

Mas, isto está acontecendo no Brasil?
Sim, faz tempo, mas a "indústria halal" no Brasil era toda voltada para a exportação de carne para os países árabes. Mas isso mudou. A Organização da Cooperação Islâmica decidiu que chegou a hora de islamizar o Brasil. O que vem ocorrendo é um investimento maciço com a construção e abertura de um número sem precedentes de mesquitas e madrassas no Brasil (mesmo sem existir demanda para tal), alidado com a imigração maciça promovida pelo governo e o investimento pesado que os países islâmicos estão fazendo no Brasil para propagarem o islamismo no Brasil. Já existem produtos com o "selo de certificação halal" sendo vendidos nos mercados brasileiros. E, o pior, muitas das vezes nem se sabe que a carne sendo consumida é halal.

A "indústria halal" e o "supremacismo islâmico"
Se os muçulmanos desejam consumir os seus produtos halal, que o façam do mesmo modo que outros grupos religiosos. Porém, este não é o caso com o islão. O islão é supremacista e impõe o seu modo de pensar e agir sobre todos, muçulmanos ou não. Para o islão, a comida halal é pura, é o modo correto de comer como ordenado por Alá, e isso deve ser imposto sobre todo o mundo. Bem como toda a Sharia.

A indústria halal e o controle dos bens de produção
O controle dos bens de produção é o objetivo final, dentro da estratégia de forçar o islão goela à baixo do povo brasileiro. O investimento dos países muçulmanos tem aumentado considerávelmente no Brasil. Isso por sí só não seria problema, já que outros países também investem no Brasil. O problema no tocante ao islão é que o investimento vem com a condição de propagar o islamismo, que é uma ideologia totalmente contrária a civilização brasileira.

Um fato importantíssimo é que a Sharia especifica que apenas muçulmanos podem trabalhar na produção de alimentos halal, o que significa que não muçulmanos se tornam impossibilitados de trabalharem na indústria de alimentos. Isto é inconstitucional, restringe uma parcela importante do mercado de trabalho apenas para muçulmanos, constituindo-se em um ato de segregação baseada em religião.

E porque boicotar produtos oriundos de países islâmicos? 
O islamismo verdadeiro e fundamental, aquele praticado por Maomé e seus companheiros (os salafis) está de volta, depois de um curto período de tempo (colonialismo europeu e império soviético) durante o qual as sociedades predominantemente muçulmanas foram afetadas pelos ideais de igualdade dos Direitos Humanos ou do Socialismo. Este recrudescimento tem sido capitaneado pela Irmandade Muçulmana, pelo Wahabismo saudita e pelo komeinismo iraniano xiíta.

Com o retorno ao verdadeiro islamismo, as sociedades muçulmanas voltaram a ser refratárias a qualquer idéia de igualdade entre as pessoas, e as minorias, mesmo aquelas nativas, têm sido perseguidas de modos dos mais diversos, sejam ateus, agnósticos, bahai, cristãos, budistas, hindus, etc. Mulheres voltam a assumir o seu estatus secundário na sociedade, homosexuais são presos ou mortos e o trabalho semi-escravo não é punido quando aplicado aos não muçulmanos. A Sharia, a lei islâmica, retomou o seu papel de regulamento superior às constituições.

Alguém aí já viu uma Parada Gay em algum paraíso islâmico?

Enquanto os muçulmanos gozam de todos os direitos nos paises ocidentais, os não muçulmanos têm as suas liberdades, sejam elas de expressão, de ascenção social, culturais e de culto, restritas nos países islâmicos, a ponto de serem presos ou mesmo mortos por pensagem ou agirem diferente do que a Sharia estabelece. Sob a Sharia não existe co-existência igualitária.

Ao mesmo tempo, desde a década de 1970, o mundo testemunha a maior transfêrencia de riqueza na história da humanidade. Graças ao petróleo, os países mais retrógrados do ponto-de-vista do fundamentalismo islâmico, os países da Península Arábica, tornaram-se riquíssimos, e começaram a se utilizar das práticas capitalistas mais criticáveis para expandir a sua ideologia supremacista islâmica. Eles compram tudo e todos, e compram influência, por exemplo, eles detém um controle acionário importante das principais redes noticias internacionais, da Europa e dos EUA, e forçam a adoção da chamada "Sharia Financeira" e "Sharia Bancária" (ambos se utilizam de um recurso similar ao da certificação halal para coletar dinheiro dos infiéis para as suas causas islâmicas).

Os países ocidentais, dentre eles o Brasil, não tem estrutura e nem ideologia capaz de bloquear esta ação crescente. Muito pelo contrário, eles abrem suas portas para o "investimento islâmico", que vem sempre associado a construção de mesquitas e madrassas, bem como a uma crescente imigração de muçulmanos. Muitos políticos e empresários vêm nisso oportunidades de negócios e enriquecimento, sem compreenderem que ao fazerem negócios com o "investimento islâmico" eles estão efetivamente condenando as próximas gerações a problemas sociais nunca experimentados antes. Para ver o futuro, basta estudar o que a Sharia estabelece e o que acontece hoje nos "paraísos islâmicos."

O que é "BDS"? 
BDS é uma sigla que indica três ações que devem ser direcionadas aos países islâmicos, aos seus produtos, e a ideologia sub-medieval que eles tentam propagar pelo mundo.

B – Boicote seus produtos
D – Desenvista, ou seja, termine com todo os investimentos existentes
S – Sanções, castigar através de coação.

Enquanto os países islâmicos continuarem a tratar muçulmanos e não muçulmanos de modo diferenciado perante a lei, dando mais direitos aos primeiros, eles merecem serem boicotados, terem retirados os investimentos feitos neles, e serem sujeitos a sanções econômicas e políticas.

Essa é uma guerra desigual, pois estamos enfrentando um inimigo poderosíssimo, que utiliza sem vacilar o poder corrompedor do dinheiro, e se beneficia da tolerância do Ocidente.

Cabe à Sociedade Civil resistir a invasão da Sharia. Lembre-se, o islão busca substituir a nossa Constituição com a Sharia. A cada concessão que fizermos, este objetivo se torna mais próximo. E se você tem dúvida estude o que acontece nos países islâmicos.

Se nós não reclamarmos e boicotarmos os produtos halal nós estaremos permitindo que toda a indústria alimentícia no Brasil se torne halal, pois é muito mais eficiente em termos de custo ter toda a linha de produção de alimentos montada de uma única maneira, ou seja, se não existir resistência contra a certificação halal por parte da população brasileira (composta em sua absoluta maioria por “infiéis não muçulmanos) muito em breve todos estaremos pagando o dízimo islâmico igualmente.

Empresas brasileiras a serem boicotadas

Veja abaixo uma lista de algumas empresas brasileiras que fazem parte da Certificação Halal, e, deste modo, devem ser boicotadas pela população brasileira:

- AgroDaniele
- Agrogen
- AGROSUL
- Aurora
- AVEBOM
- Big Frango
- Bomdio Alimentos
- brf
- Céu Azul Alimentos
- COOPAVEL
- Copacol
- Copagril
- C Vale
- Doux – Frango Sul
- Frango Belo
- GELCO
- GELITA
- GELNEX
- Globoaves
- Granjeiro
- Jaguá
- Languiru
- Lar – Coop Agricultural
- Lopesco
- Mais Frango
- MARFRIG Group
- Mataboi
- Minuano
- Mister Frango
- Nicolini
- Palmali
- Pioneiro
- Purac
- Rosseulot
- Sadia
- SEARA
- Superfrigo
- Tyson
- VPR

No "abate halal" o animal é içado de cabeça para baixo ainda vivo, tendo a sua garganta cortada por um açougueiro muçulmano ao som de orações islâmicas (incluindo o infame Allahu Akbar) sendo deixado sangrando e morrendo lentamente


Um dos problemas da "indústria halal" é que apenas muçulmanos podem trabalhar nela porque os infiéis são impuros e tiram a pureza dos alimentos. Isso resulta no controle da indústria alimentícia, bem como cria-se uma reserva de mercado de empregos que apenas muçulmanos podem ocupar.
A figura mostra um exemplo, da Austrália, onde busca-se açougueiros muçulmanos.

Europa: União Européia não identifica os produtos halal
Precisamos ver o que acontece na Europa, aprender a evitar que o mesmo aconteça conosco aqui. É direito do consumidor a procedência dos produtos sendo vendidos.
"O crescente poder do lobby muçulmano europeu foi mais recentemente demonstrado pela decisão da União Europeia no meio de dezembro de quietamente abandonar uma nova medida que teria requerido que carnes halal (religiosamente aprovada para muçulmanos) carregassem um rótulo para ajudar consumidores não-muçulmanos identificar suas origens.
Com o crescimento exponencial da população muçulmana europeia, milhares de toneladas de carne abatida halal estão agora entrando na cadeia alimentar geral, onde está sendo inconscientemente consumida pela população não-muçulmana. Ao se curvar a grupos de pressão muçulmanos – tais como o World Halal Forum Europe e o Halal Monitoring Committee, e tirando o requerimento de etiquetamento halal, a UE está efetivamente estabelecendo a lei da sharia como normativa para a indústria da carne europeia. Leia o artigo neste link.
Inglaterra: pizzaria agora só serve halal em área islamizada
Islamização representa a morte de todas as demais culturas, e apenas o que for de acordo com a lei islâmica é permitido (fonte).

Canal Rural faz propaganda do abate halal
Reportagem sobre o abate halal, entrevistando o presidente das Associações Muçulmanas no Brasil, Mohammed Zogbi, que, claro, fez a afirmação usual de que os animais morrem instantaneamente sem sentirem dor, algo que é uma tremenda mentira! (Canal Rural)

Paquistão: companhia aérea sacrifica bode na pista em troca de benção para o vôo
Parece coisa da antiguidade, por que é! Funcionários da Pakistani International Airlines sacrificaram um bode (sadqa) antes da decolagem de um avião ATR-42, em um esforço para buscar a intervenção divina para manter um vôo seguro. A frota de ATR-42 tinha tido problemas de manutenção. Isso aconteceu no Aeroporto Internacional Benazir Bhutto, o terceiro maior do Paquistão! (Dawn)

Isso não é algo cultural do Paquistão. Esta mentalidade de "sacrificar animais" é intrínsica ao islamismo. Um brasileiro, um canadense, um português, um francês, etc., acham isso algo abonimável. Porém, se conversos ao islão, vão passar a defender isso.



Objetivo da certificação halal, explicado por um muçulmano
Mohamed Elmouelhy é um credenciador do certificado halal na Austrália, ele mostra para que serve o certificado halal, subjugar as pessoas ao islã.