domingo, 25 de dezembro de 2016

Anis Amri, o jihadista do Mercado de Natal de Berlin, é um exemplo do perigo associado a "fronteiras abertas"


O Congresso brasileiro aprovou o projeto de lei (PL) 2516/15, que, na prática, abre as fronteiras do Brasil para um numero ilimitado de imigrates e refugiados. Mas, esta permissividade parece ir de contra-mão com o que está acontecendo na Europa. Apenas alguns dias atrás, ocorreu mais um atentado na Europa, desta vez na Alemanha, quando um jihadista chamado Anis Amri roubou um caminhão, matando o seu motorista, e dirigiu o caminhão sobre uma multidão que apreciava um Mercado de Natal. O resultado foi 12 mortos e 50 feridos.
Este artigo serve de alerta às consequências da ausência de mecanismos de controle de imigração, considerando a situação mundial atual.  Nele, apresentamos a declaração de amor a Alá feita por Anis Amri antes de sair matando inocentes indiscriminadamente, a reação da sua família, e a sua trajetória na Europa.
Os países Europeus, neste caso a Itália e a Alemanha, não tiveram como lidar com Anis Amri, que se comportou como criminoso desde que ele aportou na ilha de Lampedusa se passando por refugiado. Será que o governo brasileiro conseguirá ser mais competente que o governo italiano e alemão, que têm dificuldade em lidar com os "radicais islâmicos" e com quem os "radicaliza", incluindo aí a radicalização oriunda das mesquitas?

Parte do texto é oriunda de matéria do Daily Mail.


A declaração de um jihadista e o que ela representa

Em um vídeo, Anis Amri declarou a sua aliança ao Estado Islâmico. O texto original segue abaixo, com comentários inseridos no meio.
Todos os louvores a Alá, e que Ele possa enviar bênçãos e paz sobre o seu Profeta Momé. 
Eu, aqui, faço o voto de obedecer o califa Abu Bakr Al Baghdadi em tudo o que ele ordena que eu faça, mesmo que me cause aversão, e continuar a fazê-lo, a não ser que eu seja ordenado a fazer algo que eu sei com certeza seja proibido no Islã.
Ou seja, matar pessoas inocentes, do modo mais bárbaro que seja, não é proibido no Islã.
Eu também prometo trabalhar para que o Islã prevaleça; julgar e ser julgado pelas suas regras; e trabalhar duro até que o Estado islâmico seja bem estabelecido e fundado.
As regras que ele se refere é a lei islâmica (Sharia).
Finalmente, eu me comprometo a participar activamente na jihad contra os inimigos de Alá, tanto quanto eu posso.
Quem são os inimigos de Alá? Todos aqueles que não sejam muçulmanos, pois, conforme o próprio Maomé disse "Eu sou ordenado a lutar contra as pessoas até que elas atestem que não há outro deus senão Alá, que Maomé é o mensageiro de Alá, e elas rezem, e paguem Zakat, e se elas fizerem isso, o seu sangue e sua propriedade terão proteção garantida" (Hadice de Muslim, livro 1, número 33). Ou seja, só existe segurança para quem se tornar muçulmano.
E para aqueles infiéis que bombardeiam os muçulmanos todos os dias, juro que vamos caçá-los e matá-los como porcos pelo que fazem a esses muçulmanos. Você achou que o que você faz com eles ficará impune?
Matar como porcos significa matar do modo mais atroz possível, já que os porcos são impuros e nojentos, como todos os infiéis.
Há massas de muçulmanos em todo o mundo dispostos a vingar os muçulmanos que você mata, e eles serão vingados, pois estamos fortes e determinados a fazer você pagar o preço de suas ações contra eles.
O próximo parágrafo deixa claro que o objetivo não é vingança, mas sim implantar a Sharia.
E peço aos meus irmãos e irmãs muçulmanos de todo o mundo que participem na jihad e que lutem pelo domínio dessa religião, tanto quanto cada um de vocês pode. Se você não pode se juntar aos seus irmãos na linha de frente, então lute pelo Islã em seus países. E se você mora na Europa, então lute contra aqueles porcos, cada um com suas próprias habilidades. Que Alá nos conceda sucesso [nesta luta].
Ele afirma que a jihad tem como objetivo final o "domínio dessa religião" (o Islã). E o domínio é político através da Sharia. A, sim, já ia me esquecendo. Os porcos que ele se refere é você, sua família, seus amigos, a não ser que você se junte à quadrilha.
Eu me comprometo com Alá e prometo derramar tanto sangue quanto necessário para que o Islã prevaleça. Peço a Alá que me prepare o caminho para matar aqueles infiéis que lutam contra o Islã e os muçulmanos.
O conceito de matar já é por sí só chocante. E matar qualquer um, indiscriminadamente, pela implantação de uma ideologia é contrário a toda a decência e humanidade. Mas isso foi exatamente o que Maomé fez, tendo sido imitado desde então, nos últimos 1400 anos, ao longo da jihad islâmica. Os muçulmanos devem lutar contra os káfirs (descrentes) até que o islão reine supremo (Alcorão 2: 193). De modo que o que Anis Amri diz está totalmente de acordo com a teologia islâmica.

https://youtu.be/WFmPk4P7S5k OK
Vídeo no qual o jihadista declara o seu desejo de matar e morrer pela causa de Alá

Agora, vejamos. Se Anis Amri quer morrer no campo de batalha, isso seria compreensível. Mas matar civis, indiscriminadamente, é a marca de um psicopata. Mas espere! Não-muçulmanos (káfirs) não são inocentes, pois eles rejeitaram Alá e seu profeta. E o Alcorão diz que os káfirs são a mais vil das criaturas (Alcorão 98:51). Isso explica muita coisa.

Só para completar, aparentemente, Anis Amri contou com ajuda de outros jihadistas (psicopatas) para efetuar a carnificina no Mercado de Natal em Berlim. Isso é uma característica do modo de operação destes psicopatas: sempre em grupo.


Reação da família

A família segue a negação habitual. Sua irmã Najwa disse que não havia nenhum sinal de que ele tivesse sido radicalizado depois que ele chegou à Alemanha em junho do ano passado. Ela disse ao The Telegraph: 'Ele nos ligou todos os dias perguntando sobre o tempo de volta para casa e o que eu estava cozinhando para o jantar, e como está todo mundo no bairro. "Ele não parecia radicalizado em tudo, ele era tão doce o tempo todo, sorrindo e rindo."

O que ela esperava. Que ele revelaria seus planos para ela? Ou, se ele o fizesse, o que ela faria?


A trajetória do jihadista pela Europa sem fronteiras

Amri foi preso por um tribunal em Kairouan, no norte da Tunísia, em 2010 por roubar um caminhão.
Mas ele fugiu para a Europa no ano seguinte para evitar ser enviado para a prisão por outros crimes de roubo e violência.

Amri foi condenado a cinco anos de prisão em 2011 - mas deixou a Tunísia para evitar a prisão e chegou ilegalmente na Itália como fugitivo da justiça.

Chegou à Itália em 2011, na pequena ilha de Lampedusa juto a milhares de pessoas que alegavam estaremfugindo dos levantes da Primavera Árabe. Ele fingiu ser uma criança migrante - mesmo tendo 19 anos.

Ele foi encarcerado mais tarde por incêndio na Itália quando ele queimou um centro de recepção de migrantes durante um violento protesto na ilha de Lampedusa. Amri foi um dos vários imigrantes que incendiaram os colchões, que queimou o centro de imigrantes que acolhia 1.200 refugiados.

Amri foi libertado quatro meses antes do final da sua sentença de quatro anos, chegando na Alemanha em julho de 2015, onde permaneceu sob a vigilância dos serviços de inteligência por vários meses. Ele tinha sido preso três vezes este ano e seu pedido de asilo foi rejeitado, mas os papéis de deportação nunca foram apresentados e ele desapareceu.

O radical tunisino era conhecido por ser um defensor do Estado islâmico e ter recebido treinamento em armas.

Com nenhum lugar para ir após a sua libertação, recrutadores do ISIS ofereceram-lhe proteção antes de convencê-lo a esgueirar-se para a Alemanha como um refugiado sírio, uma fonte na polícia anti-terror da Tunísia revelou.

A fonte disse ao MailOnline: "Tudo o que ele decidiu fazer na Alemanha foi iniciado enquanto ele estava na Itália. "Eles lhe deram comida e abrigo e persuadiram-no a realizar uma missão para eles. Foi na Itália que ele foi radicalizado."

Após a jihad, o assassino do Mercado de Natal de Berlim conseguiu fugir por pelo menos três países graças às fronteiras abertas da Europa. Deixou Berlim de trem, foi para Paris e depois para Chambery, nos Alpes franceses. Lá, ele pegou um trem para Turim e depois para Milão. Ele tomou o trem de subúrbio chegando à estação de San Giovanni, onde foi eventualmente identificado pela polícia. Ele atirou em um policial, mas foi abatido por outro.

Amri, tem ligações fortes na Itália porque foi o primeiro país europeu no qual ele reivindicou asilo. A rede de Jihad está espalhada em toda parte em Europa.

Amri nunca deveria ter sido aceito na Europa em primeiro lugar. Ele já era um criminoso em seu próprio país.

E quanto a radicalização. Ele cresceu dentro do islamismo. Ele foi educado como muçulmano. Ele já tinha a semente da jihad plantada nele. Ele não foi radicalizado. Ele apenas externou o seu desejo de matar e morrer pela causa de Alá, conforme estabelece o Alcorão 9:112.

Você acha que estamos livres de pessoas deste quilate junto a nós no Brasil?  

A PL 2516/15 nos deixou ainda mais indefesos.

Jihad no Mercado de Natal em Berlin

2 comentários:

Anônimo disse...

Vou tentar analisar de forma bem porca mesmo pois não tenho nenhuma formação em relações internacionais ,politica ou economia.Na minha visão a situação do mundo atual é resultado de dois tiros no pé o primeiro foi o dos muçulmanos quando realizaram o ataque as torres gêmeas pois ali eles escancararam o ISLÃ mais puro e toda a sua podridão para todo o mundo vê pois antes as massas nem ligavam ou sequer sabiam o que era essa religião, com esse espetáculo o povo começou a acordar e a perceber a cobra que os estavam lentamente enrolando.O segundo foi da elite socialista e globalista que depois de anos de vitorias achavam que já tinham alienado completamente a população se precipitaram e abertamente expôs seus planos de destruição de estados nacionais com politicas de imigração que foram a gota d'água e o fator crucial para o despertar do ocidente.Agora para mim as soluções mais pacificas seria a retomada forte do nacionalismo através do fortalecimento cultural e empoderamento dos modos de vida nativos de cada nação ocidental valorizando as coisas boas e tentando melhorar as ruins avançando e se desenvolvendo sem perder suas raízes e não mais aceitando que minorias de origens estrangeiras imponham e aterrorizem o povo com suas imposições.

Anônimo disse...

A negação de Merkel em admitir que a política de fronteiras abertas e um desastre é não tomar providências para deportar a maioria que entrou principalmente homens jovens e solteiros o povo vai se rebelar o complexo de culpa pelo nazismo não vai se sustentar por muito tempo o instinto de sobrevivência e preservação vai falar mais alto no povo alemão