segunda-feira, 19 de junho de 2017

Espanha: muçulmanos fazem campanha para transformar a Catedral Católica de Córdoba em "Espaço de Adoração Compartilhada"


Na ideologia islâmica, todo o pedaço de terra, seja uma cidade, um estado, ou um país, que tiver sido governado pelo islão/sharia é muçulmano para sempre. Por isso a comoção total contra Israel. Por isso, o sonho de conquistarem a Espanha e Portugal. 
A luta pela posse da Catedral de Córdoba é apenas um capítulo nesta guerra eterna.
Um grupo de muçulmanos faz campanha para transformar a Catedral Católica em Córdoba, na Espanha, em um "Espaço de Adoração Compartilhada." Esta reivindicação decorre do fato de que o prédio serviu como uma mesquita do século 8 ao 13.

O mais surpreendente é que esta reinvindicação tem sido apoiadas pelas autoridades locais.

Contudo, existia uma igreja no mesmo local, a Basília de São Vicente de Léris. No século 8, quando da conquista militar da Espanha pelos muçulmanos, e sua consequente ocupação, a basílica foi demolida (em 758), e no seu lugar a mesquita foi construida.

No ano de 1236, Córdoba foi reconquistada e o prédio, ao invés de ter sido demolido, foi simplesmente convertido em uma catedral católica, sendo "cristianizada". Uma nave renascentista foi adicionada no centro do prédio, local onde as missas são celebradas até os dias de hoje.

Desde 2000, a população muçulmana de Córdoba solicita ao governo local, pedindo que o local seja transformado em um "espaço de adoração compartilhado".

Em 2010, uma briga estourou entre guardas de segurança e turistas muçulmanos quando os visitantes começaram uma roda de orações islâmicas dentro da Igreja, o que está proibida pelas regras da catedral.

Em 2013, um grupo chamado Plataforma para a Mesquita-Catedral de Córdoba entregou uma petição de 35 mil assinaturas ao governo, pedindo que o edifício fosse recuperado.

Em 2014, a UNESCO, polêmica, começou oficialmente a chamar o prédio de "A Grande Mesquita de Córdoba." (Lembre-se, a UNESCO é controlada por países islâmicos e nega que Jerusalém tem importância para judeus e cristãos, apenas para os muçulmanos)

O bispo de Córdoba, Demetrio Fernandez Gonzalez, disse ao Wall Street Journal que, muito embora ele considere ser imposível que o governo local confisque a catedral, ele já havia garantido o apoio do Papa em caso de uma batalha legal.

Se for para tranformar a Catedral de Córdoba em um "Espaço de Adoração Compartilhada", o mesmo deveria acontecer com a Catedral de Hagia Sofia, em Istanbul.

Esta polêmica deve-se ao fato de Córdoba ter sido o centro da Espanha islâmica, e esta ter sido a principal mesquita. Com o revivamento islâmico, os muçulmanos voltam a sonhar na reconquista da reconquista, ou seja, tornar a Espanha (e Portugal) em colônias islâmicas novamente. Por exemplo, um artigo no AsiaNews em 2004  relata que um importante muçulmano espanhol, Abderrahman Muhammad Manan, escreveu que a antiga mesquita deveria ser libertada e que "nós, muçulmanos, não podemos ficar atrasados, dizendo que o islão não é composto de pedras ou monumentos. Fazer isso é não dar conta de quais são as coisas nas suas essências e, na sua essência, Alhama é o Islã em nossa terra, como é Al-Andalus, Andaluzia, é a lembrança de uma colonização, de um genocídio, de uma expulsão". É claro que ele se refere a Reconquista como um genocídio, mas ele se cala sobre a invasão islâmica e da consequente ocupação da Península Ibérica.

(Leia sobre o mito do paraíso Andalus no artigo A verdade sobre Al-Andaluz e Córdoba: cristãos e judeus sob opressão, jihad e escravidão, inclusive a sexual.

Um outro exemplo do desejo islâmico de tornar a Espanha (e Portugal) islâmica vem de vídeos do Estado islâmico. Um deles diz "Vamos recuperar al-Andalus, a vontade de Alá. Oh, querida Andalus! Você pensou que nos esquecemos de você. Juro por Alá que nunca nos esquecemos de você. Nenhum muçulmano pode esquecer Córdoba, Toledo ou Xàtiva. Há muitos muçulmanos fiéis e sinceros que juram que irão voltar para al-Andalus." (Jihadwatch)

"Apoio da Andalus significa que quando nós formos para a Espanha não será difícil tomá-la de volta"

Em um vídeo de 11 de junho de 2017, o estudioso islâmico egípcio xeique Ayman Khamis diz que "Al-Andalus é exatamente como a Palestina. Nunca nos esqueceremos das nossas terras. Dizemos ao Ocidente: nunca esqueceremos nossas terras. Devemos tomá-las de volta porque são terras ocupadas. Al-Andalus é ocupado pelos espanhóis, assim como a Palestina é ocupada pelos judeus, e devemos retomá-la, se Alá quiser." (MEMRI)

https://youtu.be/Abij3fyGYZc OK

Não tenham dúvida que eles irão tentar, basta terem um número suficiente de muçulmanos desejosos de lutar pela causa de Alá. Veja o exemplo das Filipinas. Um número pequeno já é o suficiente para causar confusão. Mas no caso da Catedral de Córdoba, eles têm a UNESCO e a Esquerda pró-islâmica do seu lado. E, claro, o crescimento demográfico pois a população muçulmana na Espanha cresceu 800% entre 2001 e 2014.

Enquanto isso, igrejas vem sendo destruídas ou convertidas em mesquitas no Iraque e Síria pela jihad islâmica (MCN) sem qualquer tipo de comoção.


Referências

UNESCO, controlada por islamistas, nega história judáica e cristã em Jerusalém e arredores

A verdade sobre Al-Andaluz e Córdoba: cristãos e judeus sob opressão, jihad e escravidão, inclusive a sexual.

Muslims divided over request for use of Cathedral, AsiaNews, 2004

Armstrong, Ian (2013). Spain and Portugal. Avalon Travel Publishing. ISBN 9781612370316.

Islamic State desecrated 45 churches in Mosul, says Christian aid organization, MCN, 2014

Islam in Spain: 800% population increase in mere 13 years, Muslim Statistics, 2014.

Soeren Kern (2014), Islamic State: "We Will Take Spain Back", Gatestone Institute

Amenaza yihadista en castellano (2014), Noticias Quatro.

Eric Calderwood (2015), The Reconquista of the Mosque of Córdoba, Foreign Policy.

Hugh Fitzgerald (2017), The Once and Future Al-Andalus, Jihadwatch

Benedict Spence (2017), Muslim Groups Campaign to Turn Catholic Cathedral in Spain Into ‘Shared Worship Space’, Heatstreet.




sábado, 17 de junho de 2017

Sim! Seja de navio ou de kombi, a intenção é ter dezenas de milhões de muçulmanos no Brasil (para avançar a sua agenda política)


Surgiu um rumor de que 13 navios oriundos da Europa estariam trazendo 1.8 milhões de muçulmanos para o Brasil, já a partir de julho. É claro que basta fazer as contas para saber que os números não batem, pois cada navio estaria trazendo 138 mil passageiros, e não existem barcos capazes disso!

Contudo, este rumor tem um fundo de realidade. Explico. Existe sim a intenção de se criar uma sólida base muçulmana no Brasil. Isso tem sido falado abertamente, seja em reuniões de líderes muçulmanos no exterior, seja em discursos em mesquitas, seja no Facebook de mesquitas. Vejam exemplos abaixo:
(1) Encontro de líderes muçulmanos aponta que América Latina é prioridade. Reunião realizada na Turquia, em 2014, tratou do expansionismo islâmico para o continente (Epoch Times).
(2) Discurso de líder da Mesquita Brasil expõe plano para o Brasil. Objetivo é ter números para influir políticamente no Brasil e avançar a lei do islão, a Sharia.

Nasser Fares - Presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana
(3) Mesquita do Brasil deseja a implantação da Sharia no Brasil em 50 anos. O texto da postagem na página do Facebook da mesquita diz:
"O Cristianismo será banido do Brasil assim como o ateismo, o Islam triunfará e os soldados de Alá vencerá a guerra contra os incrédulos e idólatras de cristo em 50 anos o Brasil será islâmico a política nos espera teremos a Sharia a verdadeira justiça de Alá sobre os perversos."

Nós, é claro, não queremos isso. Nós sabemos que a implementação política do islamismo é podre (leia o artigo Lei Islâmica (Sharia), resumo do que não presta e o livro Lei Islâmica (Sharia) para os nao muçulmanos), Nós sabemos que os "muçulmanos de verdade" desejam se governar e ser governados pela Sharia (e isso implica que nós, os não muçulmanos, termos que nos submeter a restrições ou mesmo a um status de cidadão de segunda classe - leia Muçulmanos querem Sharia). Basta ver o que acontece nos países de maioria islâmica ao redor do mundo, mesmo os considerados "moderados", como a Indonésia

O rumor tem também o seu fundamento se formos olhar o modo como os governos (seja Lula, Dilma ou Temer) tiveram e têm uma posição que eu diria ser bastante anti-patriota com respeito à defesa da nossa soberania.
PS. Defender a soberania do seu país não é coisa de "radical de direita" não. Veja como Stalin, Fidel, Mao, defenderam a soberania dos seus respectivos países! A turma da Esquerda que defende um "mundo sem fronteiras" e "globalizado" está fazendo papel de peão do capitalismo internacional, escrevendo na sua própria testa: eu sou otário!) 
O que tem ocorrido nos últimos anos é uma ação do governo federal, e do Congresso Nacional, para abrir as portas para o Brasil de um modo que qualquer um pode entrar e fazer o que quiser com os mesmo direitos que os cidadãos brasileiros. Veja os exemplos mais recentes: 
1.  Lei de Migração aprovada pelo Congresso, na prática, elimina as fronteiras do Brasil. O Presidente Temer a sancionou com alguns vetos, mas não a vetou por completo. 
2. Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprova alteração na Constituição que permitirá que qualquer estrangeiro possa votar e ser votado (IstoÉ), e ter os mesmos direitos que os brasileiros. Isso extingue a cidadania brasileira.
3. Ministro da Justiça afirma que Brasil irá aceitar todos os 'refugiados sírios', "não importa se forem 10 mil ou 100 mil" (Vídeo).
4.  Prefeito de São Paulo pretende vender propriedades da prefeitura para o capital islâmico.
5. Governo Federal avança cooperação militar com Emirados Árabes Unidos e uma fábrica de armamentos será constriuda em Goías em parceria com os árabes. 
6. Governo Britânico oferece 30 milhões de libras para o reassentamento dos refugiados muçulmanos para a América Latina e Ásia. O Estadão apurou com fontes dos serviços de refugiados da ONU que o Brasil seria um dos países escolhidos para reassentar parte desses refugiados. (Estadão).
7. Brasil se oferece para acolher refugiados sírios da Alemanha. O Brasil "já abriu um processo para avaliar com a União Europeia (UE) um diálogo para colaborar na questão dos tratados que auxiliam os requerentes de asilo." (Estadão)
8. ONGs que lutam para que o Brasil abra suas fronteiras têm financiamento do exterior, inclusive da Open Society Foundation, do ínfamo George Soros (veja ao final do artigo neste link).   
Rumor ou não, o que é certo é que existe mesmo uma pressão, externa e interna, para facilitar a entrada de imigrantes islâmicos. E a maioria dos nossos políticos parecem estar totalmente "vendidos" no assunto.

Aí, alguém diz: mas José, você é racista por ser contra a imigração e contra muçulmanos.

A minha resposta é simples.
  1. Eu não sou contra imigrantes ateus, agnósticos, hindús, xintos, judeus, budistas, cristãos, do candoblé, ..., pois nenhum deles pertence a um sistema político-religioso que tem uma doutrina de conquista e subjugação dos outros, como o islamismo possui. Seria preciso um mecanismo de controle de qualidade muito bom para se certificar que o imigrante muçulmano não é um aderente da Sharia, ou adepto do salafismo, wahabismo, Irmandade Muçulmana ou komeinismo. Não deveríamos permitir que estes últimos entrassem no Brasil, incluindo neste grupo os clérigos islâmicos.
  2. Eu não sou contra muçulmanos, eu sou contra o que não presta da Sharia e contra a Jihad. Eu me dou muito bem com os muçulmanos que são contra a Sharia e querem viver longe dela (e, creia, o seu número é enorme). A rigor, os muçulmanos são as maiores vítimas do islão. 
  3. Racismo se aplica a raças e não a religiões ou ideologias. Nunca ví um ateu ser acusado de racista ao rejeitar os argumentos de um cristão sobre a existência de Deus! Resistir ao islão político, a tudo aquilo que não presta na lei islâmica Sharia, e à Jihad não é racismo. Ao contrário, isso é um atestado de sanidade!
De modo que, independente de qualquer coisa, precisamos continuar atentos, ajudar a criar consciência na maioria das pessoas que conhecemos, e aumentar a pressão sobre os políticos, que afinal deveriam nos representar.

Termino parafraseando Winston Churchill:
Se você não lutar por aquilo que é o correto quando você pode vencer facilmente e sem derramamento de sangue; se você não lutar quando sua vitória é certa e não muito cara; você pode se ver defronte a um momento no qual você terá que lutar com todas as probabilidades contra você e com apenas uma chance precária de sobrevivência. Pode até haver um caso piorVocê pode ter que lutar quando não há esperança alguma de vitória, porque é melhor morrer do que viver como escravo.
Leia também o artigo A invasão islâmica devidamente ocultada.



sexta-feira, 16 de junho de 2017

Oliverus Scholasticus e a sua aversão à "heresia do islamismo"



É comum encontrar-se menção a uma afirmação atribuída a Oliverus Scholasticus, Bispo de Paderborn, que esteve na Terra Santa durante a Quinta Cruzada, e que teria supostamente dito isso sobre os muçulmanos servindo ao Sultão al-Kamil:
"Quem poderia duvidar que tal bondade, amizade e caridade vêm de Deus? Homens cujos pais, filhos e filhas, irmãos e irmãs, haviam morrido em agonia em nossas mãos, cujas terras nós tomamos, que nós levamos nus de suas casas, nos reviveu com sua própria comida quando estávamos morrendo de fome e nos derramou com bondade mesmo quando estávamos em seu poder."
O problema é que esta citação não advém dos escritos de Oliverus Scholasticus, mas sim de outras fontes. O parágrafo acima é citado no livro de um juiz do Sri Lanka, a partir da tradução inglesa de um volume de língua alemã em uma série austríaca de "História Cultural", presumivelmente originário de uma das obras latinas de Oliverus - mas sem citá-la. Esta citação não pode ser confirmada.

Além disso, o tom desta passagem está muito distante do que está escrito na "Historia Damiatina" de Oliverus Scholasticus, onde ele se refere ao islão como uma heresia diabólicamente inspirada.

Segundo a sua obra, Oliverus era aparentemente esperançoso da conversão dos muçulmanos ao cristianismo. Para isso, ele estava preocupado em remover deles o aguilhão da acusação de idolatria, comumente atribuída a eles no século XIII.

Vejamos o que diz Oliverus Scholasticus na sua obra História Damiatina, XIII.
"Uma vez que está escrito assim no al-Quran, o livro de sua lei, eles acreditam que Jesus Cristo foi concebido e nascido da virgem Maria. Eles testemunham que ele viveu sem pecado como profeta, e mais do que como profeta. Eles afirmam que ele deu luz aos cegos, purificou os leprosos, ressuscitou os mortos. Eles não só acreditam que ele era a palavra e o espírito de Deus, mas também que ele ascendeu vivo aos céus. Mas eles negam seu sofrimento e morte, e da mesma forma que negam que a natureza divina foi unida à natureza humana em Cristo e a trindade de pessoas. Deste modo, eles deveriam ser chamados, mais corretamente, de "hereges" do que de "sarracenos". Mas o uso do nome errado tem sido prevalente.
"Por isso, quando seus sábios foram a Jerusalém durante o período das tréguas, eles exigiram que os volumes dos evangelhos lhes fossem mostrados e os beijaram e veneraram por causa da pureza da lei que Cristo ensinou, [E, sobretudo, o evangelho de Lucas, porque o anjo Gabriel foi enviado [nele]], e que os letrados entre eles muitas vezes repetem e revisam.
"Sua lei, no entanto, Maomé deu aos sarracenos escrita em árabe, através da ajuda de Sérgio, um monge apóstata e herege, com o diabo ditando-o. Pela espada a recebeu, através da espada é mantida, e com a espada será terminada.
"Essa pessoa, Maomé, era um analfabeto, como ele próprio testemunha no seu al-Quran, e aquelas coisas que o referido herético ditou ele próprio promulgou e criou para ser observado através de atos de intimidação. Por ser um homem luxurioso e guerreiro, ele assim produziu uma lei a partir de sua impureza e vaidade, que os que vivem de modo carnal observam fielmente para o bem do seu prazer. E assim como a verdade e a pureza são as defesas da nossa lei, assim também o medo e os desejos mundanos e humanos guardam com firmeza seu erro."
- Oliverus Scholasticus, História Damiatina, XIII.

Voltando ao parágrafo que alguns alegam ter sido por Oliverus ao Sultão al-Kamil, à luz do que ele escreveu na História Damiatina, XIII, se elel foi mesmo escrito por Oliverus, ele estaria apelando à benevolência do Sultão ("azeitando" o Sultão), e não o elogiando.

"Um gladio cepit, por gládio tenetur, e em gladio terminabitur."




terça-feira, 13 de junho de 2017

A aliança entre o narcotráfico e o avanço islâmico no Brasil


Existem muitas pessoas com que eu converso que são de opinião que o islamismo não tem chance de se espalhar nas favelas porque os traficantes não irão deixar. Na verdade, o oposto é mais provável de ocorrer.

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que o islamismo aprova a sua atividade, desde que eles se tornem muçulmanos e paguem a "caridade islâmica" chamada de zakat?

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que o islamismo permite que eles tenham várias mulheres, incluindo várias esposas, concubinas e amantes  através do casamento temporário) ?

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que a lei islâmica define que matar infiéis não é crime?

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que o profeta islâmico Maomé foi tão criminoso quanto eles, mas que ele (Maomé) é o modelo de conduta e imitá-lo significa o máximo da perfeição islâmica?

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que eles podem acusar a polícia de "discriminação religiosa" e "islamofobia" ao serem presos?

O fato é que já existem indícios de que esta aliança entre o narcotráfico e o terrorismo islâmico já está ocorrendo. Por exemplo, recentemente, nove pessoas foram presas em decorrência da Operação Inconfidência Mineira, deflagrada em 15-05-2017. Esta operação da polícia federal desarticulou uma célula do Primeiro Comando da Capital (PCC) que atuava em Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo. Segundo Adilson Aquino, delegado titular da Seccional de Guarulhos, apenas duas dessas pessoas foram presas em 15-05-2017– as demais já cumpriam penas. O nome da operação se refere ao bairro onde ela ocorreu, que leva o nome do líder da Inconfidência Mineira.

Dentre os presos os presos está o libanês (muçulmano) Mohamad Hassan Atris, conhecido como "Hezbolah", que ocupava uma posição de alta patente dentro da facção criminosa; PCC." (Agência Brasil)

Mas isso não é de hoje. Já existem indícios de envolvimento de grupos muçulmanos no narcotráfico, sejam grupos da linha sunita quanto da linha xiíta (por exemplo, o Hezbollah).

O Hezbollah vem atuando na América do Sul, com conexões com o tráfico de drogas, motivo pelo qual ele é referido, algumas vezes, como uma organização narco-jihadista. Por exemplo, notícias recentes dizem que Hezbollah movimenta 'toneladas de cocaína' na América do Sul, Europa para financiar operações terroristas, que redes de tráfico de drogas internacionais 'conectam o Hezbollah aos cartéis da América Latina, e especialistas dizem que os cartéis da América Latina estão pagando uma 'taxa do Hezbollah' para movimentar drogas para a Europa. Uma análise estratégica também recente diz que o Irã e o Hezbollah continuam super ativos na América Latina. Esta mesma análise menciona que as atividades do Hezbollah no Brasil e países vizinhos não podem ser ignoradas."

Para se compreender o tamanho do perigo e do poder do narco-tráfico, em fevereiro deste ano, os EUA acusaram o então recém-empossado vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, de ser um narco-traficante, afirmando que ele tem "um papel importante no tráfico internacional de narcóticos", com conexões com os cartéis no México (CNN). O governo da Venezuela tem sido acusado de emitir passaportes para terroristas em Bagdá (CNN).

Existem vários casos de políticos brasileiros ligados ao narco-tráfico (Congresso em Foco). A questão então torna-se muito mais séria. Não é apenas canalizar lucros das drogas para financiar a jihad, mas a possibilidde de influenciar o próprio governo.

A Polícia Federal tem uma tarefa árdua à sua frente. O governo federal precisa reforçá-la. E o Ministério da Defesa também precisa ficar ainda mais atento do que já está.

A coisa é muito séria!

Não podemos permitir que o Brasil se torne um Líbano. É melhor evitar que estes grupos islâmicos se instalem no Brasil, pois isso acontecendo irá ser muito difícil extraí-los sem provocar dor.

Traficantes exibem armas pesadas


Policiais militares executados por traficantes (PatosTV). 
Só faltava terem sido degolados aos gritos de Allahu Akar e chamados de káfir (infiél). 
Será este o futuro próximo?



segunda-feira, 12 de junho de 2017

Dois ataques da jihad islâmica na Inglaterra deixam 29 mortos e 168 feridos


Estamos no mês do Ramadã, considerado como o mês sagrado do islamismo. O mês do Ramadã deve ser um mês de adoração. Este fato tem uma grande implicação para a Jihad Global. Um porta-voz do Talebã explicou recentmente que a "nossa luta é Jihad, e é adoração obrigatória. E cada ato abrigatório de adoração tem 70 vezes mais recompensa se feito durante o Ramadã" (fonte). Não é à toa que os atentados feitos por muçulmanos durante o mês do Ramadã crescem em número. Por exemplo, até o dia de hoje, o 16o dia do Ramadã,  já ocorreram 90 atos de terror em nome do islão, com 1076 vítimas.
Dois deles ocorreram na Inglaterra, o primeiro durante um concerto da cantora Ariana Grande, em Manchester (22 infiéis mortos e 120 feridos), e o segundo na Ponte de Londres e arredores (7 infiéis mortos e 48 feridos).
O Estado Islâmico reivindicou a autoria dos dois atentados.
Este artigo trata destes dois atentados, revendo o que que ocorreu e o que se sabe até o momento.

A jihad na Arena Manchester, 22 de maio
22 mortos, 120 feridos, meninas e mulheres eram o alvo, a mais nova tinha 8 anos de idade
2:191-193: " E matai-os onde quer os encontreis, [ ...] Combata-os, até que não exista perseguição e a religião seja a de Alá".
O muçulmano Salman Abedi, de 22 anos, explodiu uma bomba de fabricação sofisticada (segundo o NY Times), contendo pregos e pedaços de metal visando maximizar a carnificina, ao final do concerto da cantora popular Ariana Grande. Esta jihad, covarde como qualquer outra, foi feita contra uma multidão formada predominantemente de meninas e mulheres que foram assistir ao show de uma cantora que faz sucesso junto às adolescentes. Este jihadista covarde visou as mulheres.

Segundo a emissora Sky News, Abedi teria falecido ao detonar a bomba. Ele nasceu em Manchester. Ele é filho de um casal líbio que se refugiou no Reino Unido fugindo da perseguição de Muammar Khadafi e que mora na cidade há cerca de dez anos. De acordo com o The Telegraph, ele seria o segundo mais novo entre os quatro irmãos e cresceu na Whalley Range. Abedi era instruído, tendo sido estudante da Universidade de Salford. Fawaz Haffar, membro do Centro Islâmico de Manchester, disse à agência PA que Salman era um frequentador da mesquita local. Segundo Haffar, o pai de Salman costumava fazer o chamado às orações na mesquita, e um de seus irmãos era voluntário da mesquita.

A emissora de televisão CBS informou que o homem já era conhecido pelos serviços de inteligência.

Segundo o Guardian, um vídeo de vigilância mostra Abedi entrando na Arena Manchester.As imagens provam que a explosão foi deliberadamente provocada por um dispositivo suicida que, acredita-se, foi transportado numa mala.

Alguns fatos interessantes. O pai de Abedi também é jihadista, afiliado ao Estado Islâmico. O seu nome é bastante curioso: Ramadan Abedi (Breitbart, Breitbart). O jihadista viajou para a Síria e tem ligações com o ISIS (Breitbart) e viajou para a Líbia dias antes do ataque (Breitbart). O irmão do jihadista foi preso na Líbia (Breitbart).

Datas são muito importantes para os supremacistas islâmicos e para os jihadistas. Este atentado ocorreu no mesmo dia do degolamento do soldado Lee Rigby, em Londres, 4 anos atrás (Breitbart).

A primeira-ministra do Reino Unido, Tereza May, declarou:
"Agora sabemos que um terrorista detonou seu dispositivo explosivo improvisado perto de uma das saídas do local (do concerto), em um momento e lugar destinados a provocar carnificina máxima e matar indiscriminadamente, no final de um show de música pop, que foi assistido por muitas famílias jovens e grupos de crianças.
"Todos os atos de terror são ataques covardes contra pessoas inocentes, mas este ataque se destaca pela covardia aterrorizante, deliberadamente visando crianças inocentes e jovens que deveriam estar desfrutando a noite de suas vidas".
A primeira vítima identificada foi Georgina Callender, de 18 anos. Ela morreu no hospital, ao lado da sua mãe. Ela era uma fã desta cantora. A vítima mais jovem, Safie Rose Roussos, tinha 8 anos de idade.



Como a esmagadora maioria dos artistas, Ariana Grande foi sempre bastante vocal no seu apoio à imigração muçulmana e no protesto contra todos aqueles que sugerem medidas cautelares quanto ao acolhimento de comunidades muçulmanas. Não existem evidências de que esta atitude se alterou com o atentado (Publico). Na verdade, dias depois realizou-se um concerto em comemoração ao atentado. Vários artistias, inclusive Ariana Grande, cantaram perante um multidão de jovens e adolescentes. Eles celebraram a morte de crianças do sexo feminino cantando canções que falavam sobre “ejaculação” e sobre “cavalgar em um pênis até não poder mais andar.”  

Se crianças sendo mortas e aleijadas não deixam as pessoas irritadas ou disposta a reagir, nada mais o fará.
  
Paul Joseph Watson discute o atentado na Arena Manchester
https://youtu.be/swGUmbztkdQ OK


Chegou a hora de sermos sérios sobre a Jihad Islâmica!
https://youtu.be/N8Mi8lx_dzQ OK



A jihad na Ponte de Londres, 5 de junho de 2017  
7 mortos, 48 feridos
9:5 matai os idólatras onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem a Jizya, abri-lhes o caminho."
Na noite de sábado (dia) uma van atingiu vários pedestres na Ponte de Londres. O veículo seguiu para Borough Market (uma espécie de feira-livre permanente, com praça de alimentação, super popular entre a população e turistas), onde parou e três jihadistas desembarcaram do veículo. Eles começaram a apunhalar os membros do público com facas em bares e restaurants, alguns fatalmente. Os jihadistas estavam vestindo coletas que simulavam portarem bombas. Às 22 horas, policiais da Polícia Metropolitana responderam aos chamados e se dirigiram para o local. Às 22h16, os três jihadistas foram mortos a tiros, por policiais, armados fora do bar Pub Wheatsheaf.

Diversas testemunhas afirmam que os jihadistas gritavam “isso é pelo islão” ou “isso é por Alá” enquanto apunhalavam as pessoas. (Guardian, MSN, BBC video, au.news)

Tanto a região do Borough Market quanto a Ponte de Londres se tornaram uma região de guerra, com a polícia entrando nos bares e mandando as pessoas a se abaixarem e buscarem abrigo enquanto que os jihadistas estavam matando pessoas nas ruas. Mas, até a polícia chegar, as pessoas nos bares estavam se defendendo como podiam, atirando cadeiras, copos e garrafas contra os jihadistas que empunhavam facas. Um jogador de rugby chegou a lutar contra um dos jihadistas. (Nestas horas é que se valoriza o porte de armas) (Guardian, Mirror)

https://youtu.be/yGZcIe-wmzw OK

Até o momento, estão confirmadas 7 mortes, além dos 3 terroristas e 48 pessoas feridas sendo tratadas em cinco hospitais da cidade, 21 em estado crítico.

E quem são os jihadistas? Khuram Shazad Butt, Rachid Reduane e Yousef Zagba, oriundos, respectivamente, do Paquistão, do Marrocos ou Líbia, e da Itália/Marrocos. Todos residentes em Londres. (NPR, CNN, Publico)

Um dos autores do ataque terrorista da London Bridge, Khuram Butt, já era conhecido das autoridades e da mídia, inclusive ele saiu no documentário feito pela Channel 4, intitulado "Os jihadis da porta ao lado". A polícia Londrina já tinha sido avisada sobre este suspeito, que havia ditto “eu estou pronto para fazer qualquer coisa em nome de Alá, até mesmo matar minha própria mãe.” Essa tolerância com os intolerantes já se transformou em cumplicidade. (Guardian)

https://youtu.be/qEQkt3c9WrI OK
Vídeo “Jihadista conhecido Canal 4” 

Um total de 12 pessoas foram presas em conexão com este atentado do terror islâmico. Um deles dava aula de Alcorão para as pessoas (Daily Mail), mas o pregador islâmico que incitou esta jihad em Londres mora atualmente em Michigan, nos EUA. (jihadwatch)

A primeiro-ministra Teresa May confirmou que ambos incidentes foram atos de terrorismo. No seu discurso após o segundo atentado, ela chamou os atantados de terrorismo islâmico pela primeira vez na sua carreira política. Até então, Theresa May tem feito todo o esforço para não relacionar o islamismo com o terrorismo da jihad islâmica. (via Facebook)

Paul Joseph Watson discute o atentado na Ponte de Londres



As reações aos dois atentados

Os comentários em grupos de simpatizantes do Estado Islâmico, em redes sociais encriptadas, eram um “forte indicador” de ligação ao ISIS, conforme afirmou um especialista norte-americano em segurança citado pelo The Telegraph. Em um video, um homem mascarado diz que “isto é apenas o início”. O homem mascarado, que fala em inglês, congratula-se por ver que “os leões do Estado Islâmico estão a começar a atacar todos os cruzados. Isto é apenas o início”. (observador)

O músico e compositor Morrissey irritou os políticos britânicos após o atentado terrorista de segunda-feira em um show de música popular em Manchester, afirmando que é fácil para os políticos dizerem que eles estão "sem medo" e permanecerem resolutos ao não abordar as causas profundas de terrorismo, escondidos por trás um esquema de segurança robusto. (Breitbart)

Mas enquanto que pessoas tomam ciência do que está acontecendo, outras vivem na bolha da sua ideologia pessoal. Veja o que um simpatizante da Esquerda pró-islâmica escreveu em um twitter "Qualquer pessoa branca que morreu em Londres esta noite merece isso. Eles vivem espalhando o seu nacionalismo sujo ... isso é o que eles recebem."




Prefeito de Londres, o muçulmano Khan, retirou uma mensageu do seu twitter. Mas ela já tinha sido copiada. A mensagem do prefeito pró-jihad dizia: "A visão ignorante que o Trump tem do islão pode tornar os nossos dois países inseguros. Ela ameaça alienar a maioria dos muçulmanos. Londres provou que ele está errado."



As mensagens do presidente Trump sobre a mais nova celebração do Ramadã em Londres, que deixou dezenas de mortos e feridos: "Nós precisamos deixar de politicamente corretos e começarmos a agir com seriedade na segurança do nosso povo. Se nós não ficarmos atentos isso só vai piorar.

Em uma segunda mensagem, Trump alfinetou o prefeito pró-jihad de Londres: "Pelo menos 7 mortos e 48 feridos no ataque terrorista de Londres e o prefeito de Londres diz que não existe causa para alarme."


O prefeito de Londres, se recusa a condenar o Estado Islâmico. O prefeito de Londres não faz nada para prender os 400 jihadistas conhecidos pela polícia. Como exemplificado durante entrevista no programa Bom Dia Britânia (YouTube vídeo) ele põe a culpa nos outros e não faz nada. O que ele faz é prevenir a população de que mais jihad irá acontecer pois "o terrorismo faz parte da vida de uma grande cidade." O prefeito de Londres é um muçulmano pró-Jihad.


Quem é o prefeito muçulmano de Londres?

E, finalmente, os políticos da União Européia se sentem "chocados" com os atentados (Gatestone). Depois de tomarem conhecimento do ataque terrorista em Manchester, os políticos mais uma vez emitiram comunicados, conforme a já antiga rotina de estarem "chocados" e "abalados" com o resultado previsível de suas próprias políticas.

A manifestação mais assombrosa de todas foi a da chanceler alemã Angela Merkel que disse estar assistindo os acontecimentos em Manchester "com tristeza e horror" e que achava o ataque "incompreensível".

Toda vez que um líder europeu endossa publicamente o Islã como uma grande religião, a "religião da paz" ou afirma que a violência no Islã é uma "perversão de uma grande fé", apesar de incalculáveis provas em contrário, eles sinalizam de forma claríssima que a cada ataque devastador, o Ocidente está pronto para tomar mais uma pancada.

A narrativa dos "muçulmanos como as maiores vítimas" dos atentados ... mesmo se for preciso fabricar notícia

A rede de televisão estadounidense CNN foi pega em flagrante forjando notícia. Em uma produção digna de "Pallywood", a reporter de nome Backy Anderson forjou uma manifestação de muçulmanos contra os atenados …

https://youtu.be/NSv-Nsyu-gk OK


Será que existe algo comum a todos estes ataques terroristas?




sexta-feira, 2 de junho de 2017

A polícia e os políticos de Manchester têm sangue em suas mãos


O encobrimento dos ataques sexuais muçulmanos preparou o caminho para o ataque do Manchester Arena


24 de maio de 2017  Por: Daniel Greenfield
Daniel Greenfield, membro do Shillman Journalism no Freedom Center, é um escritor novaiorquino que se concentra na esquerda radical e no terrorismo islâmico.



Nos meses que antecederam o choro de meninas com pregos espetados nos rostos que foram levadas para fora da Arena Manchester, as autoridades daquela cidade estavam trabalhando duro lutando contra a temida ameaça da islamofobia.

Enquanto Salman Abedi, o terrorista filho de refugiados muçulmanos de segunda geração que mutilou e matou dezenas em um ataque terrorista brutal, corria pelas ruas gritando, "Não há Deus senão Alá e Maomé é o mensageiro de Alá", a polícia de Manchester estava ocupada com mais importante coisas.

A Polícia de Grande Manchester é uma das duas únicas forças policiais a listar a islamofobia como uma categoria de crime de ódio. No início deste ano, o chefe de polícia Ian Hopkins honrou Tell Mama [entidade inglesa de muçulmanos] por lutar contra a islamofobia. A Tell Mama havia
perdido  financiamento anteriormente quando suas alegações de uma epidemia de islamophobia violenta foram derrubadas.

Shahid Malik, o chefe da Tell Mama, tinha sido fotografado com o líder do Hamas. Aparecendo na conferência Global Peace and Unity, onde a maioria dos defensores do terrorismo se apresentaram, ele se gabou: "Em 2005, tivemos quatro deputados muçulmanos. Em 2009 ou 2010, teremos oito ou dez deputados muçulmanos. Em 2014 teremos 16 deputados muçulmanos. A este ritmo todo o parlamento será muçulmano."

No ano passado, Hopkins havia participado de um evento de Engajamento e Desenvolvimento Muçulmano (MEND) no Centro Islâmico Europeu, juntamente com
Azad Ali. Ali elogiou Anwar Al-Awlaki e outras figuras da Al Qaeda. Ele justificou o assassinato de soldados britânicos e americanos, elogiou o Hamas e o Hezbollah.

Em vez de prendê-lo, o chefe de polícia apareceu no mesmo fórum com um partidário do terrorismo.
Também estava presente o Comissário de Crime da Polícia de Grande Manchester e o Prefeito Interino Tony Lloyd, que veio falar sobre "erradicar o ódio". Este foi um evento com a participação de Anas Altikriti, da Fundação Córdoba, que tinha apoiado terroristas assassinando soldados britânicos e acusou os judeus de dupla lealdade.

Tony Lloyd será o candidato trabalhista em Rochdale; local do acobertamento dos ataques sexuais muçulmanos.

Tanto o prefeito de Manchester, 
Burnham, como o chefe de polícia, Ian Hopkins, compareceram nos eventos da MEND. O diretor de engajamento do MEND é Azad Ali.

Após o ataque, o prefeito de Manchester, Andy Burnham, prometeu na câmera: "os terroristas nunca nos baterão". Os terroristas não precisam vencer Burnham. Ele vai colaborar ansiosamente sem ter que dar um único tapa.

No ano passado, o político de esquerda lutou contra os esforços do governo para acabar com o terror islâmico. "Está criando um sentimento na comunidade muçulmana de que está sendo espionada e injustamente alvejada", ele lamentou.

Os terroristas nunca nos baterão. A menos que eles tenham seus idiotas úteis operando no nosso interior para quem sentimentos muçulmanos vêm em primeiro lugar e meninas sendo rasgadas em pedaços por estilhaços vêm por último.

Burnham acusou os opositores do terror islâmico de racismo, xenofobia e todas as coisas habituais. Ele insistiu que havia um enorme problema de islamofobia que estava sendo escondido porque os muçulmanos estavam com muito medo da polícia para relatar essa erupção de crimes imaginários.
"Há muitas pessoas neste país não necessariamente sob risco de 'extremismo islâmico', mas é muito maior o risco sob extrema-direita", Andy insistiu.

Isto é o que levou ao atentado na Arena Manchester? O prefeito Burnham traiu a polícia. A polícia traiu o povo. As autoridades procuravam pela islamofobia quando deveriam ter combatido o terror islâmico.

O prefeito Burnham e o chefe de polícia Hopkins se jutaram aos islamistas, priorizaram a islamofobia e se opuseram à luta do governo contra o terror islâmico.

A mentira islamofóbica matou 22 pessoas em Manchester. Aconteceu sob o olhar da 
Polícia de Grande Manchester.

Ninguém leva a islamofobia mais a sério do que a polícia de Manchester. Quando gangues de muçulmanos pervertidos estavam abusando de meninas em Rochdale, a 
Polícia de Grande Manchester obedientemente os acobertou. Em uma das entrevistas gravadas, ouve-se o bocejo de um policial enquanto uma menina descreve seu abuso.

Um deputado que tinha perseguido estes casos disse que as autoridades "temiam ser chamadas de racistas".

Mesmo depois que o juiz Clifton deixou tudo às claras, afirmando: "Você assediou garotas porque não fazia parte de sua comunidade ou religião", a superintendente-chefe Mary Doyle insistiu: "Acho que se começarmos a nos enfocar na raça e etnia, perderemos o enfoque nas questões reais."

A detetive Maggie Oliver
renunciou à GMP pela má adminstração dos casos de crimes sexuais. Ela avisou que os infratores ainda estão soltos. "O que eu vi em Rochdale foi policiais e seus superiores agindo sem qualquer vergonha porque era conveniente ignorar o abuso que eles sabiam que estava acontecendo", ela alertou.

Ainda não há vergonha.

Oliver culpou o chefe de polícia Peter Fahy. Fahy tinha sido nomeado cavaleiro por "serviços ao policiamento". Seus "serviços" incluíam a advertência de que a prevenção do governo britânico e a reprissão aos terroristas islâmicos era contrário aos "valores britânicos" e alienaria os "muçulmanos não violentos".

"Muitos muçulmanos sentem que há uma constante narrativa anti-muçulmana na mídia", ele emendou.

Fahy foi substituído pelo delegado-chefe da 
Polícia de Grande Manchester. Ian Hopkins tinha se matado de explicar a importância do Ramadã no mesmo ano que a Polícia de Grande Manchester estava pedindo desculpas às vítimas dos ataques sexuais por parte dos muçulmanos. Mesmo com o efetivo da Polícia de Grande Manchester ter caido de 8.000 para 5.300 oficiais, o novo chefe de polícia obteve um salário de £ 172.000 (R$ 772.000) [por ano]. Mais baixo que o pacote de Fahy £ 206.000 (R$ 1.198.000).

O chefe de polícia Hopkins declarou que as pessoas têm o direito de estar "a salvo do ódio". Após o ataque na Arena Manchester por uma segunda geração de refugiados muçulmanos, ele alertou: "Entendemos que os sentimentos são muito crus agora e as pessoas estão tentando obter respostas ... é vital que nossas diversas comunidades na Grande Manchester se unam e não tolerem o ódio ".

Os sentimentos ocasionalmente serão crus quando retirar os pregos do último ataque terrorista muçulmano do rosto da sua filha ou sabendo que ela foi estuprada por uma dúzia de homens paquistaneses. Pode até ser possível que em seus últimos momentos moribundos, as vítimas do ataque da Arena Manchester tenham medo do Islã.

Se ao menos pudessem ser processados ​​depois da morte.

A covarde denúncia da islamofobia era tão forte quanto qualquer coisa na declaração de Hopkins. É a islamofobia, não as vítimas do Islã, que estimula as simpatias sensíveis do chefe da polícia.

Não foram as vítimas sexuais dos muçulmano em Rochdale, ou seu encobrimento, que ultrajavam Hopkins. Seu maior momento de indignação ocorreu quando o jornal London Times publicou a história de um imã assassinado por um muçulmano por não ser suficientemente islâmico como "Imam espancado até a morte na cidade do assédio sexual".

O título era "ofensivo aos milhares de muçulmanos pacíficos que respeitam a lei", reclamou Hopkins.

Não foi o abuso de meninas que foi o problema. Mas sim dizer as coisas como elas são.

A jihad foi mantida em silêncio por meio de tais expedientes vergonhosos. Quando a chefe da escola primária de Clarksfield se queixou das ameaças de explodir seu carro devido a um plano de "cavalo de Tróia" islâmico para assumir o controle da instituição, a 
Polícia de Grande Manchester não encontrou nada.

Claro. Encontrar algo seria islamofóbico.

As autoridades de Manchester estavam no negócio de combater a islamofobia. Elas fizeram disso a sua prioridade. Não só mentiaram sobre a verdadeira ameaça, mas desperdiçaram recursos que poderiam ter evitado o ataque. O sangue de crianças inocentes está nas suas mãos. Mas isso não é novidade.

Basta perguntar às meninas 
de Rochdale, abusadas sexualmente.

Desta vez, as conseqüências foram mais difíceis de esconder sob o tapete. O mundo viu que o que aconteceu na Arena Manchester. E ficaram horrorizados. Desta vez as vítimas não podiam ser escondidas.

A questão é se alguma coisa será feita.



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Jihad! A Queda de Constantinopla, 29 de maio de 1453


José Atento
Você já imaginou a Igreja Notre Dame de Paris, a Abadia de Westminster em Londres, ou mesmo o Vaticano sendo transformados em mesquita? Esta pergunta parece sem sentido, não é mesmo? 
Agora, imagine uma pergunta semelhante, feita mil anos atrás, mas desta vez envolvendo a Catedral de Hagia Sofia, uma maravilha arquitônica apenas igualada com as grandes catedrais européias do final da Idade Média, situada em Constantinopla, que foi, por vários séculos, a cidade mais importante do mundo.
Pois bem, isso aconteceu. Em 29 de maio de 1453, Constantinopla foi violentamente conquistada pela jihad islâmica promovida pelos turcos otomanos. 
Nos dias de hoje, a conquista islâmica está ocorrendo sem grandes lutas, sobre uma Europa letárgica que se rendeu antecipadamente, através da imigração muçulmana (hégira) e altas taxas de nascimento (que tornam o útero das muçulmanas em armas) aliadas a prática, mesmo ilegal, da poligamia. 

Constantinopla nos tempos bizantinos (fonte Wikipedia)
(a primeira ponte sobre o Chifre de Ouro, construída pelo imperador bizantino Justiniano o Grande, pode ser vista perto das muralhas de Teodósio, na extremidade ocidental da cidade, na parte superior direita, nesta rendição da velha Constantinopla.


Constantinopla foi fundada no ano de 330 pelo imperador Constantino o Grande, que dedicou a cidade como a nova capital do Império Romano. Logo, as colinas que dominavam o Mar de Mármara e o Estreito do Bósforo se tornaram o lar de uma das cidades mais proeminentes e mais ricas do mundo. Com a sua proximidade com o Mar Negro e do Mediterrâneo, juntamente com importantes rotas comerciais ligando o Oriente e o Ocidente, Constantinopla foi, por vários séculos, uma das cidade mais importante do mundo, do ponto-de-vista político, cultural, econômico e espiritual. Não só a cidade se tornou um centro crucial para o cristianismo, mas também funcionou como o último bastião de defesa contra a expansão do islão.

29 de maio de 1453. Esta data marca a conquista de Constantinopla pelos turcos otomanos, na sua Jihad contra os Bizantinos. A conquista de Constantinopla deu aos turcos a posição estratégica que eles precisavam para invadir a Europa pelos Balcãs. Se a Europa pudesse ajudar os bizantinos e derrotar os turcos, teria-se bloqueado a invasão da jihad islâmica turca através dos Balcãs, evitando-se todos os problemas e traumas que esta região enfrenta ainda nos dias de hoje.  O imperador Bizantino, Constantino XI Paleólogo pediu ajuda ao Papa Nicolaus V, que não tinha tanta influência sobre os reis e príncipes da Europa como o imperador esperava. Inglaterra e França estavam tremendamente enfraquecidas como consequência da Guerra dos Cem Anos, enquanto a que Espanha ainda lutava pela Reconquista. Apenas navios de Veneza e mercenários de Genova ajudaram na defesa da cidade. Eram 8 mil gregos, venezianos e genoveses contra 150 mil turcos.

Depois 2 meses de cerco e guerra terrestre, o exército otomano atravessou as impenetráveis muralhas de Constantinopla, ajudados pelos enormes canhões que podiam disparar bolas de 270 quilos, e com galeras que foram puxadas para o Chifre de Ouro sobre trilhos de madeira lubrificados. O jovem sultão Maomé II, então com 21 anos, conseguiu o que vários exércitos muçulmanos haviam tentado ao longo de mais de 700 anos: conquistar Constantinopla. A Queda de Constantinopla também marca o fim do Império Romano, e mais uma etapa no extermínio total dos armênios, gregos, e assírios da Anatólia (região ocupada pela Turquia de hoje).

A cidade foi saqueada  por três dias. Milhares de cristãos foram assassinados e estuprados, as igrejas da cidade foram saqueadas, e seus altares foram despojados. A Catedral de Hagia Sofia foi transformada em uma mesquita rapidamente, e muitas outras igrejas seguiram o exemplo.

Durante a batalha, navios italianos de Veneza conseguiram resgatar vários civis, incluindo estudiosos que trariam o conhecimento grego-romano para a Itália e ajudariam a dar início ao Renascimento e à ascensão da civilização européia. Como resultado, o ano de 1453 é muitas vezes visto como sendo a ponte entre os mundos medieval e moderno.


http://youtu.be/Oocwqkqs6f4 OK

Os excessos que se seguiram durante as primeiras horas da vitória turco-otomana, são descritos em detalhe por testemunhas oculares ...
Bandos de soldados começaram a saquear. Portas foram quebradas, casas particulares foram saqueados, seus inquilinos foram massacrados. Lojas nos mercados da cidade foram saqueadas. Monastérios e conventos foram invadidos. Seus inquilinos foram mortos, freiras foram estupradas, muitas, para evitar a desonra, se mataram. As tropas se satisfaziam em uma orgia de matança, estupro, pilhagem, incênciso, escravização, que continuou sem parar. As grandes portas de Santa Sofia foram forçadas a abrir, e multidões de soldados irritados entraram e cairam sobre os adoradores infelizes. O saque e a matança no lugar santo durou horas. Semelhante foi o destino dos adoradores na maioria das igrejas da cidade. Tudo o que poderia ser tomado a partir dos esplêndidos edifícios foi tomado pelos novos senhores da capital imperial. Ícones foram destruídos, manuscritos preciosos foram perdidos para sempre. Dezena de milhares de civis foram escravizados, enquanto que os soldados lutavam pela posse de meninos e meninas. Morte e escravidão não distinguiu entre as classes sociais. Nobres e camponeses foram tratados com igual crueldade.
O Sultão entrou na cidade na tarde do primeiro dia de ocupação. Constantinopla era finalmente dele, e ele tinha a intenção de torná-la o capital de seu poderoso Império. Ele visitou a cidade em ruínas. Ele visitou Santa Sofia, que ele ordenou para ser transformada em uma mesquita.
O que se viu foi desolação, destruição, morte nas ruas, ruínas, igrejas profanadas ...
O fundador de Constantinopla foi o Imperador Constantino. Quiz o destino que o último imperador romano também se chamasse Constantino. Constantino XI Paleólogo foi imperador desde 1449 até a sua morte em 1453, no dia que a cidade caiu.  

O sultão Maomé II fez uma oferta a Constantino XI Paleólogo: em troca da rendição de Constantinopla, a vida do imperador seria poupada e ele continuaria a governar em Mistra. Constantino respondeu: "Entregar-te a cidade está além da minha autoridade ou de qualquer outra pessoa que nela habite, porque todos nós, depois de tomar a decisão mútua, morreremos por livre arbítrio sem poupar as nossas vidas."

Ele morreu em 29 de maio de 1453, no dia em que a cidade caiu. Diz-se que suas últimas palavras foram: "A cidade caiu e eu ainda estou vivo." Então rasgou seus ornamentos imperiais de modo a que nada o distinguisse de qualquer outro soldado e levou seus homens restantes a uma última carga.

A morte heróica de Constantino XI e o choque causado pela queda da Cidade, combinado com o fato de que seu lugar de sepultamento permanece um mistério até hoje, gerou diversas lendas sobre um imperador adormecido, isolado por Deus, que um dia virá para expulsar os invasores e restaurar o Império. Ele é considerado como mártir tanto pela igreja ortodoxa grega quanto pela igreja católica bizantina, sendo algumas vezes referido como Santo Constantino XI Paleólogo.


"Santo Constantino XI", estátua em Atenas 


Canto bizantino: lamento pela queda de Constantinopla
Título: "Ο Θεός ήλθοσαν έθνη" (O God, the heathen are come)
Compositor: Manuel Chrysaphes