quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

#NoHijabDay: mulheres ao redor do mundo queimam o véu islâmico (hijab)


As feministas pró-islâmicas nos EUA e no Canadá lançaram o "Dia do Hijab." O hijab é aquele véu islâmico que cobre a cabeça, escondendo o cabelo, o pescoço e as orelhas, deixando apenas o rosto de fora. Neste dia, 1 de fevereiro, estas "ativistas" pedem para as mulheres usarem o hijab como forma de "retirar o estigma que o hijab possui." Ou seja, normalizar o hijab.

(O ridículo é tamanho que muçulmanas, da Associação de Estudantes Muçulmanos da Universidade do Centro da Flórida, pedem pela expulsão de uma aluna por que ela se negou a "experimentar um hijab" que havia sido oferecido a ela em uma barraca instalada no campus - Orlando Sentinel)

Contudo, ao redor do mundo islâmico, muitas mulheres são obrigadas a usarem o hijab (ou o niqab - que só deixa o olho visível - e a burca - que cobre logo tudo). E, em muitos países, tais como o Irã e a Arábia Saudita, o uso do véu islâmico é obrigatório! E, claro, muitas mulheres simplemente odeiam o véu islâmico, seja qual for.

Um contra-protesto surgiu de forma expontânea nas redes sociais e se espalhou como fogo, seguindo o hashtag #NoHijabDay. Você pode conferir no link: https://twitter.com/hashtag/NoHijabDay.

Vou dar dois exemplos.

Anoud Al Ali, 20, original dos Emirados Árabes Unidos e que reside atualmente na França, se declara bisexual, ateu, e ex-muçulmana. Ela se filmou queimando o hijab e um manto em uma caixa de papelão. Ela declara no vídeo "Por mim, sendo oprimida e por todas as outras mulheres oprimidas, vou queimar este hijab; o símbolo da opressão." Ao queimar o hijab ela disse se sentir "libertadora."


Uma outra mulher, a ex-muçulmana egípcio-canadense e escritora Yasmine Mohammed, fez o mesmo. No seu vídeo ela declarou "Feliz Dia Sem o Hijab" ("Happy No Hijab Day"). Enquanto o hijab queimava ela exclamou "Queima, nene, queima."

https://www.bitchute.com/video/hQUx08XqJlyY/


A triste realidade da Terceira Onda do Feminismo nos EUA e no Canadá: totalmente pró-islâmico 

A realidade dos fatos gritam contra a hipocrisia das feministas dos EUA e do Canadá


Um comentário:

Anônimo disse...

isso são os macacos amestrados de george soros, essas ditas "feministas" aí são ligadas ao black lives e ao antifa, dois movimentos criados e financiados por esse cara. espere até a onda islamica começar a pegar nos EUA como pegou na frança e suecia...